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Produção parada: como evitar, quais são as razões e as consequências

A produção parada é algo que nenhuma indústria deseja que aconteça. A propósito, a produção parada consiste na interrupção do processo produtivo, por alguma razão. Eventualmente, isso pode ter sido programado. No entanto, geralmente ocorre de forma não intencional, ocasionando uma série de problemas.  Mas quais motivos levam a produção a ficar parada? Quais são as consequências disso? Como proceder para evitar que isso aconteça? É o que será respondido adiante. Quais são as causas que levam a uma produção parada? A priori, uma causa que leva a uma produção parada é problema no maquinário. De fato, essa é uma das razões mais óbvias e comuns para a interrupção da linha de produção. Afinal, se a indústria depende de máquinas e equipamentos diversos para produzir, quando ela apresenta alguma falha e deixa de funcionar, a produção cessa também. Esses problemas nas máquinas podem acontecer por dois motivos básicos: Além disso, a produção pode ficar parada por conta da ociosidade. A propósito, essa ociosidade pode ser causada por falta de operadores, pela não conformidade ao padrão de qualidade necessário, falta de material, acidente de trabalho, atrasos na etapa anterior ou posterior, movimentação no chão de fábrica ou ainda causas externas, como falta de água, energia e de demanda. Quais são as consequências de uma produção parada? Inegavelmente, uma produção parada pode trazer uma série de consequências negativas para o negócio. São elas: Atraso no processo produtivo e nas entregas Se a produção para isso obviamente atrasa toda a cadeia produtiva, todo o processo produtivo. Além disso, muito provavelmente as entregas das mercadorias para o cliente vão atrasar, o que pode deixar os clientes insatisfeitos e gerar perdas financeiras. Gargalos na produção Certamente que gargalos na produção podem eventualmente ocorrer. Contudo, deve-se esforçar ao máximo para evitar que isso aconteça. Quando ocorre uma interrupção na produção, o gargalo daquela fase é aumentado e provoca impactos negativos no processo como um todo. Perda de materiais e insumos Outra coisa que pode acontecer é a perda de material e insumos na produção no decorrer dessas paradas. Como proceder para evitar interrupções na produção? Para evitar quaisquer interrupções na produção, vale a pena seguir as recomendações abaixo: Dê prioridade aos equipamentos gargalo O equipamento gargalo é aquele que mais impacta nos resultados da produção. Ou seja, se ele parar, toda a empresa fica no prejuízo. Sendo assim, busque priorizá-lo e focar em reduzir as paradas dele. Faça manutenções preventivas periodicamente É fundamental organizar o dia a dia da fábrica de modo a encontrar-se tempo para efetuar manutenções preventivas em todos os equipamentos. Isso porque é nessas manutenções que se consegue encontrar potenciais situações de risco e necessidade de manutenção. Encontrar as causas da parada e registrar esses momentos Um elemento muito importante para é descobrir quais são as causas específicas que levaram a uma parada da máquina e registrá-la corretamente. Com isso, será possível saber melhor o que está acontecendo e definir o que deve ser feito para corrigir isso. Sanando problemas na produção industrial Dado que uma produção parada provoca impactos bastante negativos, nada mais justo e correto fazer um planejamento inteligente, carregado de ações de caráter corretivo, a fim de lidar com essa situação e minimizar os prejuízos. Já pensou em adquirir máquinas que podem acelerar a sua produção? Clique aqui. Fale com a nossa equipe.

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Depreciação de máquinas: manutenção preventiva ajuda a aumentar a vida útil

O que é depreciação de máquinas e o que isso tem a ver com manutenção? Um dos grandes desafios das empresas é evitar prejuízos causados por máquinas com falhas ou quebrados.  A depreciação de máquinas é algo do qual não se pode fugir, mas, as máquinas podem funcionar bem até o final de sua vida útil, desde que tenham a manutenção correta.  Sendo assim, entenda como a manutenção preventiva pode ajudar. Manutenção preventiva e depreciação de máquinas: qual a relação? A depreciação de máquinas e equipamentos é um conceito muito valioso e importante para a indústria, afinal, todo e qualquer bem tem um tempo útil. Portanto, como é inevitável que isso aconteça, é importante entender bem esse processo. Você sabe quais são os custos envolvidos na depreciação de máquinas e equipamentos? O que é a depreciação de máquinas e equipamentos? Em primeiro lugar, é importante entender o que significa a depreciação. De modo geral, a depreciação se define como o quanto um equipamento perde valor ao longo do tempo. Sendo assim, a depreciação de máquinas e equipamentos é justamente a desvalorização desses bens pelo seu tempo de uso.  Os desgastes costumam vir, sobretudo, do uso, mas também da obsolescência e do passar do tempo natural. Dentro de uma empresa, a depreciação de máquinas e equipamentos pode ser identificada como um custo ou uma despesa. Quando se trata de um custo, significa que é bem utilizado nas operações. Já em outras situações, é uma despesa. A diferença entre esses dois conceitos está mais associada à geração de receita.  Outra informação importante para quem trabalha com bens depreciáveis, é que se precisa estar atento à regulamentação do artigo 57 da lei 4.506/64. De acordo com ela, o acúmulo das cotas de depreciação não pode ultrapassar o custo de aquisição do bem.  Essas cotas, por sua vez, são dedutíveis desde o primeiro momento em que o bem é instalado pela empresa.  Qual o tempo de depreciação de máquinas e equipamentos? Em primeiro lugar, é importante entender como a vida útil de um bem é calculada. O cálculo é feito através da seguinte equação:  Vida útil (VU) = anos x horas de uso por ano. Já quanto ao tempo de depreciação de máquinas e equipamentos, ele deve seguir o que já foi determinado pela Receita Federal por meio do artigo 305 do Regulamento do Imposto de Renda (RIR/99). Esse documento, por sua vez, define um prazo de dez anos para depreciação de máquinas, equipamentos, móveis e utensílios, além de cinco anos para veículos e 25 anos para os imóveis. Importância da depreciação de máquinas e equipamentos O conhecimento da depreciação é essencial para usufruir de um bem de forma adequada e pelo máximo de tempo possível. É através dela que se sabe o momento certo de trocar o equipamento. Além disso, a depreciação de máquinas e equipamentos também serve para manter o capital total equivalente ao longo dos anos, de forma que o produtor não precisa injetar mais capital próprio no seu negócio. É  essencial, portanto, que a empresa adote uma política de gestão com foco na longevidade dos produtos, levando em conta as evoluções tecnológicas e demandas de mercado. Como calcular a depreciação de máquinas e equipamentos? O cálculo da taxa de depreciação de máquinas e equipamentos, de modo linear, é feito pela seguinte fórmula: Depreciação anual = (custo de aquisição – valor residual) / anos de vida útil.  O valor residual (Vr) e os anos de vida útil são pagos pela empresa, já  o valor da aquisição (Vo) é identificado pela nota de compra. A base de cálculo de depreciação é sempre 100% / vida útil. Além disso, o cálculo de depreciação de ativos mais usados por sua vez, também considera as características e o tipo de uso de cada ativo, como por exemplo: Métodos da soma dos dígitos das horas de trabalho;  Métodos da soma dos dígitos das unidades produzidas. Para exemplificar essa situação, iremos dar um exemplo desse cálculo para a depreciação linear.  Vamos considerar um determinado equipamento, como uma escavadeira, com vida útil de 5.000 horas,com valor de R $200.000, com 10% de valor residual. Sua depreciação será feita da seguinte forma: (R$ 200.000 – R$ 20.000) ÷ 5 anos. Como diminuir a depreciação de equipamentos? Quem da área industrial nunca fez esse questionamento? A busca constante por formas de ter um melhor aproveitamento de recursos financeiros e menos gastos é comum a quase todos os empresários ou gestores da indústria. E um gasto que está sempre presente é o da depreciação de equipamentos. Depreciação é simplesmente a perda de valor de um bem. Quando uma máquina opera o dia inteiro ela sofre um desgaste, que vai diminuindo seu valor e sua vida útil. E técnicas para diminuir essa depreciação são muito bem vindas, uma máquina que dura 10 anos tem um custo benefício muito melhor do que uma que dura 6. E claro, além de maquinas todos os equipamentos de uma indústria estão sujeitos a uma depreciação, portanto isso é uma atenção muito ampla e não apenas em maquinas, como o exemplo citado.   E como diminuir a sua depreciação? No geral a resposta dessa pergunta gira em torno de um conceito: manutenção preventiva. Manutenção preventiva em máquinas e equipamentos ajuda a melhorar sua vida útil e também a manter um bom desempenho. Agora uma dica que pode até parecer óbvia: Quando tiver um bem de uma certa marca, sempre procure as instruções oficiais de como conservar o produto. Muita informação informal ou achismos faz com que a manutenção às vezes seja feita de forma displicente ou equivocada. É também muito importante que a empresa desenvolva uma cultura organizacional em prol da manutenção preventiva e também de ações de conservação básica. E por conservação básica entenda-se atitudes simples, como guardar os equipamentos de forma correta, realizar a limpeza de forma adequada e em um prazo não muito espaçado… Esse tipo de ação pode parecer uma contribuição simples mas ajuda muito a evitar a depreciação a médio e longo prazo. Outra dica

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