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Depreciação de máquinas: manutenção preventiva ajuda a aumentar a vida útil

O que é depreciação de máquinas e o que isso tem a ver com manutenção? Um dos grandes desafios das empresas é evitar prejuízos causados por máquinas com falhas ou quebrados.  A depreciação de máquinas é algo do qual não se pode fugir, mas, as máquinas podem funcionar bem até o final de sua vida útil, desde que tenham a manutenção correta.  Sendo assim, entenda como a manutenção preventiva pode ajudar. Manutenção preventiva e depreciação de máquinas: qual a relação? A depreciação de máquinas e equipamentos é um conceito muito valioso e importante para a indústria, afinal, todo e qualquer bem tem um tempo útil. Portanto, como é inevitável que isso aconteça, é importante entender bem esse processo. Você sabe quais são os custos envolvidos na depreciação de máquinas e equipamentos? O que é a depreciação de máquinas e equipamentos? Em primeiro lugar, é importante entender o que significa a depreciação. De modo geral, a depreciação se define como o quanto um equipamento perde valor ao longo do tempo. Sendo assim, a depreciação de máquinas e equipamentos é justamente a desvalorização desses bens pelo seu tempo de uso.  Os desgastes costumam vir, sobretudo, do uso, mas também da obsolescência e do passar do tempo natural. Dentro de uma empresa, a depreciação de máquinas e equipamentos pode ser identificada como um custo ou uma despesa. Quando se trata de um custo, significa que é bem utilizado nas operações. Já em outras situações, é uma despesa. A diferença entre esses dois conceitos está mais associada à geração de receita.  Outra informação importante para quem trabalha com bens depreciáveis, é que se precisa estar atento à regulamentação do artigo 57 da lei 4.506/64. De acordo com ela, o acúmulo das cotas de depreciação não pode ultrapassar o custo de aquisição do bem.  Essas cotas, por sua vez, são dedutíveis desde o primeiro momento em que o bem é instalado pela empresa.  Qual o tempo de depreciação de máquinas e equipamentos? Em primeiro lugar, é importante entender como a vida útil de um bem é calculada. O cálculo é feito através da seguinte equação:  Vida útil (VU) = anos x horas de uso por ano. Já quanto ao tempo de depreciação de máquinas e equipamentos, ele deve seguir o que já foi determinado pela Receita Federal por meio do artigo 305 do Regulamento do Imposto de Renda (RIR/99). Esse documento, por sua vez, define um prazo de dez anos para depreciação de máquinas, equipamentos, móveis e utensílios, além de cinco anos para veículos e 25 anos para os imóveis. Importância da depreciação de máquinas e equipamentos O conhecimento da depreciação é essencial para usufruir de um bem de forma adequada e pelo máximo de tempo possível. É através dela que se sabe o momento certo de trocar o equipamento. Além disso, a depreciação de máquinas e equipamentos também serve para manter o capital total equivalente ao longo dos anos, de forma que o produtor não precisa injetar mais capital próprio no seu negócio. É  essencial, portanto, que a empresa adote uma política de gestão com foco na longevidade dos produtos, levando em conta as evoluções tecnológicas e demandas de mercado. Como calcular a depreciação de máquinas e equipamentos? O cálculo da taxa de depreciação de máquinas e equipamentos, de modo linear, é feito pela seguinte fórmula: Depreciação anual = (custo de aquisição – valor residual) / anos de vida útil.  O valor residual (Vr) e os anos de vida útil são pagos pela empresa, já  o valor da aquisição (Vo) é identificado pela nota de compra. A base de cálculo de depreciação é sempre 100% / vida útil. Além disso, o cálculo de depreciação de ativos mais usados por sua vez, também considera as características e o tipo de uso de cada ativo, como por exemplo: Métodos da soma dos dígitos das horas de trabalho;  Métodos da soma dos dígitos das unidades produzidas. Para exemplificar essa situação, iremos dar um exemplo desse cálculo para a depreciação linear.  Vamos considerar um determinado equipamento, como uma escavadeira, com vida útil de 5.000 horas,com valor de R $200.000, com 10% de valor residual. Sua depreciação será feita da seguinte forma: (R$ 200.000 – R$ 20.000) ÷ 5 anos. Como diminuir a depreciação de equipamentos? Quem da área industrial nunca fez esse questionamento? A busca constante por formas de ter um melhor aproveitamento de recursos financeiros e menos gastos é comum a quase todos os empresários ou gestores da indústria. E um gasto que está sempre presente é o da depreciação de equipamentos. Depreciação é simplesmente a perda de valor de um bem. Quando uma máquina opera o dia inteiro ela sofre um desgaste, que vai diminuindo seu valor e sua vida útil. E técnicas para diminuir essa depreciação são muito bem vindas, uma máquina que dura 10 anos tem um custo benefício muito melhor do que uma que dura 6. E claro, além de maquinas todos os equipamentos de uma indústria estão sujeitos a uma depreciação, portanto isso é uma atenção muito ampla e não apenas em maquinas, como o exemplo citado.   E como diminuir a sua depreciação? No geral a resposta dessa pergunta gira em torno de um conceito: manutenção preventiva. Manutenção preventiva em máquinas e equipamentos ajuda a melhorar sua vida útil e também a manter um bom desempenho. Agora uma dica que pode até parecer óbvia: Quando tiver um bem de uma certa marca, sempre procure as instruções oficiais de como conservar o produto. Muita informação informal ou achismos faz com que a manutenção às vezes seja feita de forma displicente ou equivocada. É também muito importante que a empresa desenvolva uma cultura organizacional em prol da manutenção preventiva e também de ações de conservação básica. E por conservação básica entenda-se atitudes simples, como guardar os equipamentos de forma correta, realizar a limpeza de forma adequada e em um prazo não muito espaçado… Esse tipo de ação pode parecer uma contribuição simples mas ajuda muito a evitar a depreciação a médio e longo prazo. Outra dica

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Produção

Automatização na produção: transformando indústrias e impulsionando resultados através da automação industrial

A automação industrial emergiu como um catalisador poderoso na evolução das operações de produção, transformando a maneira como as fábricas operam e entregam produtos. Por este motivo, preparamos este artigo que explora os benefícios da automação na produção, destacando as vantagens específicas que têm impulsionado a adesão crescente dessa tecnologia que veio para ficar na era da Indústria 4.0.   Além de inúmeros benefícios, sobre a automação industrial é possível destacar:   1. Aumento da Eficiência Produtiva Um dos benefícios mais evidentes da automação industrial é o aumento substancial na eficiência produtiva. Máquinas automatizadas podem operar 24 horas por dia, sete dias por semana, sem a necessidade de descanso, resultando em uma produção contínua e consistente. Além disso, esses sistemas podem executar tarefas complexas em frações de segundo, acelerando consideravelmente os processos de fabricação. A automação também reduz significativamente o tempo de ciclo de produção, minimizando atrasos e eliminando gargalos. A introdução de tecnologias como robôs industriais e sistemas CNC (Controle Numérico Computadorizado) permite a execução de tarefas precisas e repetitivas com uma velocidade e precisão inigualáveis pelos métodos manuais tradicionais.   2. Redução de Custos Operacionais A automação industrial oferece uma solução eficaz para a redução de custos operacionais. Embora o investimento inicial possa ser significativo, os benefícios a longo prazo compensam amplamente esse custo inicial. A substituição de trabalhadores humanos em tarefas repetitivas por máquinas automatizadas não apenas reduz os custos de mão de obra, mas também minimiza erros humanos e aumenta a consistência na produção. Além disso, a automação contribui para a diminuição dos custos relacionados a falhas de produção. Sistemas automatizados são projetados para detectar e corrigir falhas em tempo real, evitando desperdícios de materiais e reduzindo o tempo de inatividade da máquina. Essa capacidade de auto diagnóstico e correção contribui significativamente para a otimização dos processos produtivos.   3. Redução de Mão de Obra e Valorização de Habilidades Humanas Embora a automação reduza a dependência de mão de obra humana em tarefas rotineiras, ela também abre espaço para a valorização de habilidades humanas mais complexas. Trabalhadores podem ser realocados para funções mais estratégicas, como programação, monitoramento e manutenção de sistemas automatizados. Isso não apenas aumenta a satisfação no trabalho, mas também promove um ambiente de trabalho mais seguro, já que as tarefas mais perigosas podem ser delegadas às máquinas.   4. Melhoria na Qualidade do Produto A automação contribui significativamente para a melhoria na qualidade do produto final. A precisão das máquinas automatizadas garante a conformidade consistente com padrões e especificações de produção. A redução de erros humanos e a capacidade de monitorar continuamente o processo de fabricação resultam em produtos mais confiáveis e com menos defeitos. Além disso, a automação permite a implementação de tecnologias avançadas, como a visão computacional e sensores inteligentes, que podem detectar imperfeições minúsculas e realizar ajustes instantâneos. Isso não apenas eleva a qualidade dos produtos, mas também fortalece a reputação da empresa no mercado.   Tendo esses quatro pontos de destaques em mente, é possível concluir: A automação na produção não é apenas uma tendência, mas uma necessidade para as fábricas modernas que buscam se manter competitivas e eficientes. Os benefícios mencionados, como aumento da eficiência produtiva, redução de custos operacionais, otimização da mão de obra e melhoria na qualidade do produto, são indicadores claros do impacto positivo que a automação industrial pode ter nos resultados globais de uma empresa. Ao abraçar essa tecnologia, as fábricas estão se posicionando para enfrentar os desafios do futuro com uma vantagem significativa.     Ficou com alguma dúvida? CLIQUE AQUI. Fale com um de nossos Especialistas.

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Equipamentos

O que é automação industrial?

A automação industrial é a melhoria dos processos industriais através do uso de tecnologias para substituir trabalhos manuais por tarefas mecânicas. Contudo, isso não significa que as máquinas irão roubar o trabalho das pessoas. O mundo está em constante evolução e, à medida que alguns empregos deixam de existir, outros, alinhados com a necessidade atual do mercado, surgem. Então, um dos objetivos da automação industrial é garantir mais autonomia para máquinas e equipamentos e reduzir trabalhos humanos que são repetitivos e manuais nas operações de uma empresa. Atualmente, devido aos avanços tecnológicos, a automação é fundamental para indústrias que querem se manter competitivas no mercado. Podemos dizer que a automação integra 3 áreas distintas: • eletrônica; • mecânica; tecnologia da informação (TI). Para desenvolver e programar um projeto de automação na sua indústria, com redes industriais e sistemas de controle, é preciso ter auxílio de especialistas na área. Objetivos da automação industrial Seu objetivo principal é garantir melhores resultados para as indústrias, através da otimização de processos produtivos e redução de custos. Além disso, também podemos citar: • Aumento da produção industrial, através de uma maior capacidade produtiva; • Maior segurança no trabalho (tarefas de alto risco de execução não são mais realizadas por pessoas); • Melhora da disponibilidade de equipamentos, como redutores e motoredutores; • Realiza tarefas difíceis de serem realizadas por pessoas; • Simplifica processos de manutenção de equipamentos industriais; • Garante maior precisão na realização das tarefas operacionais, minimizando possíveis erros por cansaço ou desatenção humana; • Aumenta a eficiência dos processos; • Reduz o consumo de energia da operação; • Diminui a emissão de resíduos; • Reduz custos; • Garante maior integração e desenvolvimento de sistemas; • Dentre outros. Vantagens e benefícios da automação industrial Automação industrial permite o desenvolvimento de produtos mais eficientes e qualificados, uma vez que os equipamentos falham menos e mantêm níveis mais elevados de produção. Outro grande benefício é que os processos industriais se tornam mais flexíveis, garantindo maior precisão e mais segurança técnica em tarefas que são perigosas e insalubres. Abaixo citamos mais algumas vantagens da automação industrial. Monitoramento otimizado Através dos sensores utilizados no chão de fábrica, dados são coletados e enviados para o software.  Esse sistema, por sua vez, filtra as informações e as apresenta de forma intuitiva para os gestores, que podem utilizá-las para gerar insights e tomar melhores decisões. Virtualização da operação – Gêmeos digitais Softwares especializados já conseguem gerar uma cópia da empresa no ambiente digital. Vale ressaltar que o gêmeo digital é tão similar à empresa real que os testes, simulações e resultados gerados por ele são muito parecidos com o que seriam apresentados pela fábrica real. Tal tecnologia possibilita que o projeto de indústrias fique mais eficiente e tem a capacidade de prevenir futuros prejuízos para a empresa, pois erros e possíveis riscos são identificados facilmente ainda nesta fase do processo. Descentralização de decisões Por melhor que sejam os gestores, podemos nos deparar com situações complexas em uma indústria, na qual o tempo disponível para estudar as informações disponíveis não é o bastante para tomar boas decisões. Através de um sistema de automação industrial que combina sensores e inteligência artificial, porém, o software é capaz de monitorar a operação da empresa em tempo real. Isso permite que, por meio da avaliação dos indicadores, se tomem decisões previamente definidas, como por exemplo pedir a manutenção de um maquinário automaticamente, quando os sensores apontarem que seja necessário. Dessa forma, os gestores podem focar na parte estratégica do negócio. Redução de erros Da mesma forma, os funcionários também podem ter sua eficiência reduzida devido a limitação por fatores físicos. Mais uma vez a automação soluciona o problema, por ter integração entre softwares modernos e sensores que possibilitam que o equipamento trabalhe de forma autônoma, de acordo com as orientações previamente programadas. Os sensores ficam responsáveis por coletar e enviar informações para o software sobre o estado do maquinário em questão, o que embasa a operação do sistema. Fica sob responsabilidade do funcionário monitorar o software, para assegurar que tudo está funcionando de acordo com os critérios pré-estabelecidos. Integração de operações Quanto mais as indústrias e empresas aderem ao conceito de indústria 4.0, mais eficiente a comunicação entre as empresas se torna, porque começa a ser realizada através de sistemas especializados. Dessa forma, as negociações se tornam mais baratas e rápidas, pois existe uma integração entre a empresa, clientes e fornecedores. É o caso em que ao detectar que um certo insumo está em falta no estoque, o sistema da indústria é capaz de entrar em contato com o sistema do fornecedor e comprar os insumos necessários. Da mesma forma, o sistema da empresa pode se comunicar com os softwares dos clientes, assegurando que o estoque esteja sempre em dia.

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