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Equipamentos

Qual a diferença entre aluguel e comodato de equipamentos?

Já sabe o que precisa? Faça uma busca pelo insumo ou equipamento: Qual a diferença entre aluguel e comodato de equipamentos? Nossa empresa agora trabalha com aluguel e comodato de equipamentos. Essa foi uma forma encontrada de atender à demanda de empresas que precisam adquirir ou renovar seu maquinário, mas que não estão em um momento financeiro propício para isso.  O aluguel e o comodato de máquinas aumentam as alternativas de automação e melhorias na produção, com a viabilização de projetos, redução de custos e aumento da produtividade. Como consequência, aumento da rentabilidade.  Apesar de ambas serem excelentes oportunidades, qual será a melhor opção para sua empresa? Qual a diferença entre aluguel e comodato?  Para explicar e esclarecer todas as dúvidas que possam surgir, elaboramos este artigo. Leia e entenda. Aluguel e comodato de equipamentos industriais: qual a diferença? Aluguel O aluguel, como já dissemos, tem como principal benefício um investimento inferior ao exigido pela compra.  Assim, o capital da empresa fica livre para que possa ser investido em outras coisas importantes — isso compromete menos o crédito e gera economia. Além desse, há outros benefícios: elimina gastos com manutenção: como o locatário é o responsável pela manutenção, elimina essa despesa, já inclusa na locação; caso haja falha no equipamento, pode ser efetuada a troca; manutenção sempre em dia: a locadora realiza manutenções periódicas, assim evita problemas de falhas ou quebra de máquinas que podem parar a produção e causar prejuízos;  acompanhamento especializado: a montagem, manutenção e treinamento de equipes e feita por especialistas, dando assim, mais segurança à contratação de utilização dos equipamentos; flexibilidade e conveniência: o equipamento pode ser alugado por um período determinado, em casos de produções pontuais e a empresa o entrega onde você determinar.  Comodato O comodato é um tipo de empréstimo gratuito de produtos não fungíveis, ou seja, que não pode ser trocado.  No regime de comodato, é indicada no contrato a data de devolução do que foi emprestado ou, pode ser estipulado tempo indeterminado.  É uma negociação legal? Sim, está prevista e descrita no Código Civil Brasileiro, nos artigos 579 a 585 da lei 10.406/2002. As vantagens do comodato: não é preciso pagar nenhum tipo de aluguel para utilizar o equipamento; o capital que seria investido em máquinas pode ser direcionado para outra finalidade;  o comodatário (quem recebe o bem em comodato) não precisa se preocupar com a administração e controle do estoque de suprimentos, assim elimina o trabalho de fazer pesquisa e orçar a compra. Aluguel e comodato de equipamentos com a  Pólitan Quer saber mais sobre como locar ou pegar equipamentos industriais em comodato?  Entre em contato conosco e converse com nossos especialistas. Analisaremos junto com você qual a opção mais viável para o seu negócio e certamente fecharemos uma ótima parceria! Qualquer dúvida use o espaço dos comentários. Nos vemos na próxima postagem! Receber contato de um especialista! Você consegue mensurar quanto dinheiro já desperdiçou com um processo de fechamento de embalagens ineficiente? Receber contato de um especialista! Produtos Relacionados: BP800 A nova série de seladoras monobloco semi-automáticas e automáticas com barra de selagem BP são extremamente versáteis: elas podem embalar… CDAIR COMPACT A CDAIR COMPACT é um equipamento econômico e compacto, foi desenvolvido para atender lojista à um grande centro de distribuição,… Impressora PLT2140 As impressoras da família PLT2100, são utilizadas em industrias dos mais diversos tipos, para impressão de informações de fabricação em… Arqueadora CD10AR A máquina arqueadora totalmente automática com roletes motorizados, desenvolvida para cargas variadas e com alta resistência de movimentação para cargas… Arqueadora CD6000 Máquina arqueadora semi automática com arco, ideal para volumes variados. Com qualidade comprovada e preço competitivo para sistemas de arco…. CDAIR ADVANCED A CDAIR ADVANCED é um equipamento robusto. Desenvolvido para atender empresas com maior fluxo de produção por ser um equipamento… Receber contato de um especialista! Cadastre-se e receba nossas notícias! Siga-nos nas redes sociais! Facebook Instagram Linkedin Youtube Google-plus Whatsapp Últimos artigos Entre em contato conosco! Fique tranquilo(a) que o nosso contato é sem compromisso. Você só vai se tornar nosso cliente quando tiver certeza de que somos a melhor opção para a sua empresa. Entre em contato contato!

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Indústria

Brasil na rota da economia verde atrai fortes investimentos industriais ao país

Lucas Ramalho, diretor do Departamento de Novas Economias do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, enfatiza que, se o Brasil seguir na trilha da chamada “economia verde”, isso resultará, previsivelmente, em um impulso significativo para a indústria nacional. Ele ressalta que a falta de políticas públicas direcionadas ao setor tem sido uma das razões por trás da desindustrialização no Brasil. Agora, o país tem a oportunidade de redirecionar sua política industrial para a bioeconomia, que, sem dúvida, também contribuirá para a recuperação da indústria. Ramalho fez essas observações durante a abertura do painel “Missões para uma nova indústria” no 8º Congresso da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), realizado na sede da entidade em São Paulo, em 16 de janeiro. Ele acredita que investimentos, particularmente os internacionais, fluirão para o que já está sendo chamado de “processo de neoindustrialização” no Brasil, impulsionados pela notável capacidade do país em reduzir suas emissões de carbono, um requisito global incontestável nos dias de hoje. Nos últimos sete anos, o Brasil emergiu como líder em investimentos internacionais no setor de energias renováveis, superando outras economias em desenvolvimento. De acordo com um relatório de investimentos da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), o Brasil atraiu US$ 114,8 bilhões em investimentos entre 2015 e 2022, representando 11% do total investido em energia renovável em economias emergentes. No cenário global, o Brasil ocupa a segunda posição, com 89,2% de sua matriz energética proveniente de fontes renováveis, ultrapassando a Nova Zelândia (86,6%) e ficando atrás apenas da Noruega (98,5%). O Brasil recebeu investimentos significativos em diversas áreas da economia verde, como pesquisa e desenvolvimento, baterias para veículos elétricos, agricultura sustentável, projetos de energia solar e o mercado de carbono. Uallace Moreira, secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento da Indústria, Comércio e Serviços, também participou do painel. Ele destaca que, assim como na primeira fase de industrialização no Brasil, o setor de bens de capital desempenhará um papel estratégico na atual etapa de neoindustrialização. Esse setor é naturalmente capacitado para disseminar tecnologia, mas é crucial que avance rapidamente em direção à Indústria 4.0 para cumprir esse papel de forma sólida. Moreira acredita que esse avanço tecnológico não será alcançado sem o apoio de uma política industrial que inclua financiamento público, da mesma forma que aconteceu no agronegócio, que hoje é responsável por 47% das exportações brasileiras. Ele lista várias formas de financiamento público, como empréstimos subsidiados, medidas tributárias, como a depreciação acelerada de equipamentos, taxas de juros especiais para estimular investimentos e medidas de proteção do mercado interno para ajudar o setor de bens de capital a competir em igualdade de condições com concorrentes estrangeiros. Portanto, o Brasil está diante de uma oportunidade única de revitalizar sua indústria, impulsionada pela transição para uma economia mais sustentável, investimentos em tecnologia e a implementação de políticas industriais eficazes.

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Sustentabilidade

ESG: Os Novos Pilares da Indústria e seu Papel na Construção de um Mundo Melhor

No mundo empresarial contemporâneo, uma sigla está ganhando cada vez mais destaque: ESG. Essas três letras representam três pilares fundamentais que têm sido reconhecidos como essenciais para a sustentabilidade e o sucesso a longo prazo das empresas: Ambiental (E), Social (S) e Governança (G). Mas o que exatamente é ESG e qual é o seu impacto na indústria? Vamos explorar essas questões em detalhes.   O que é ESG? ESG refere-se a critérios ambientais, sociais e de governança que as empresas adotam para avaliar seu desempenho e impacto não apenas do ponto de vista financeiro, mas também em termos de responsabilidade social e ambiental. Vamos examinar cada um desses pilares mais de perto: Ambiental (E): Essa dimensão se concentra nas práticas da empresa relacionadas ao meio ambiente. Isso inclui questões como redução das emissões de carbono, gestão eficiente dos recursos naturais, adoção de energias renováveis, tratamento de resíduos e conservação da biodiversidade. Social (S): O componente social do ESG considera o impacto das operações da empresa sobre as pessoas, comunidades e sociedade em geral. Isso abrange desde condições de trabalho seguras e justas até diversidade e inclusão no local de trabalho, engajamento comunitário, respeito aos direitos humanos e investimento em desenvolvimento social. Governança (G): Por fim, a governança refere-se à estrutura de liderança e controle dentro da empresa. Isso inclui a transparência das práticas empresariais, a independência do conselho de administração, a ética nos negócios, a conformidade regulatória e a prestação de contas aos acionistas e outras partes interessadas.   Impactos na indústria Os critérios ESG estão se tornando cada vez mais relevantes para a indústria por várias razões. Primeiramente, os investidores estão cada vez mais considerando os aspectos ESG ao tomar decisões de investimento. Empresas que demonstram um forte desempenho em ESG muitas vezes são vistas como mais resilientes e capazes de enfrentar os desafios futuros, o que pode atrair investidores preocupados com sustentabilidade. Além disso, os consumidores estão se tornando mais conscientes e exigentes em relação às práticas das empresas. Eles preferem apoiar empresas que se alinham com seus valores, especialmente quando se trata de questões ambientais e sociais. Portanto, adotar práticas ESG pode não apenas atrair, mas também reter clientes. Também não podemos ignorar o impacto regulatório. Governos e órgãos reguladores estão cada vez mais impondo requisitos relacionados ao ESG às empresas, seja através de legislação específica, incentivos fiscais ou requisitos de relatórios.   Conclusão Em suma, os critérios ESG estão moldando o futuro da indústria, influenciando desde as decisões de investimento até as preferências dos consumidores e as expectativas regulatórias. As empresas que adotam uma abordagem holística e comprometida com o ESG não apenas garantem sua própria viabilidade a longo prazo, mas também contribuem para um mundo mais sustentável e justo para todos. Clique aqui. Fale com a nossa equipe.

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