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Automação industrial: o que é, benefícios e tecnologias

A automação industrial pode ser definida como uma série de tecnologias que utilizam sistemas e dispositivos de controle, como robótica e softwares, para automatizar processos e equipamentos industriais, sem a necessidade de intervenção humana.  Ela, a automação, reduz custos, diminui o tempo de produção, melhora a produtividade, além de eliminar a possibilidade de erro humano na indústria. Neste artigo vamos explicar sobre a automação industrial e pode melhorar os resultados operacionais da sua empresa. Contudo, inicialmente precisamos entender que automação, de forma resumida, é realizada através de sistemas mecânicos, robotizados ou computadorizados que controlam as funções ou mecanismos de um processo para automatizá-lo. Aqui na Pólitan Equipamentos desenvolvemos soluções em automações que abrangem desde processos semiautomáticos à processos 100% automatizados. Nos últimos anos o termo automação vem sendo utilizado para se referir a computadores e máquinas que facilitam a troca de informações e acesso a dados, porém ele também pode ser aplicado em tarefas humanas, quando realizadas de forma contínua e repetitiva. O principal objetivo da automação industrial é aumentar a produtividade das fábricas e reduzir os custos. Para dizer que uma fábrica é inteligente, é preciso que ela faça uso de uma série de tecnologias a seu favor, como: • internet das coisas; • sistemas Cyber-físicos; • automação e controle; • banco de dados por nuvem; • monitoramento de ativos. O aspecto mais característico desse tipo de indústria é a interconectividade total da operação. Isso quer dizer que os equipamentos se comunicam entre si, garantindo grande velocidade e capacidade na troca de informações entre eles e a central.

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Máquinas para produção industrial em Goiás: opções e onde encontrar

Sabemos que as revoluções industriais impactaram significativamente nos meios de produção. Do surgimento das máquinas, mecanização na agricultura e impressionante avanço nas tecnologias surgiram processos mais alinhados, otimizados e ágeis em toda a cadeia produtiva. Na indústria, a automação levou esses processos a outro patamar. Desde então há uma diversidade de máquinas operando para promover melhorias nos ciclos de produção. Acompanhando esses movimentos, comércios de equipamentos e insumos industriais têm colocado no mercado as mais modernas soluções para as indústrias. A Pólitan Equipamentos Industriais, por exemplo, tem alguns tipos de equipamentos e insumos essenciais para a produção industrial. Conheça a seguir alguns desses equipamentos. Máquinas para produção industrial em Goiás Arqueadoras A arqueadora de caixas tem a função de arquear e envolvê-las com cintas de polipropileno. Dessa forma, elas ficam reforçadas, protegidas e compactadas e, consequentemente, isso melhora seu armazenamento. A grande vantagem das arqueadoras é que elas substituem os métodos tradicionais, manuais, garantindo assim, maior produtividade e menor fadiga do operador. Seladoras A automação do fechamento de caixas impacta fortemente nos resultados logísticos. Além disso, garante economia de insumos, maior produtividade, otimização de tempo, redução de custos, dentre outros benefícios. Por isso, dentre as máquinas para produção industrial em Goiás, as seladoras estão entre as mais procuradas. Datadores Os datadores são equipamentos imprescindíveis em qualquer tipo de negócio. São eles que imprimem às embalagens informações importantes e obrigatórias, como código de barras, número de lota, data de fabricação, de validade etc. Envolvedoras de stretch As envolvedoras de stretch automatizam a paletização de cargas leves ou pesadas. Além de facilitar esse processo, a máquina também proporciona economia de filme stretch. Com essa automação, a linha de embalagem se torna mais rápida e eficiente. Outra vantagem é a operação por controle remoto, que permite que o operador permaneça na empilhadeira, proporcionando um aumento significativo na produtividade da produção.  Aquisição, locação ou comodato? Você pode adquirir qualquer um desses equipamentos na Pólitan. Além disso, alguns desses equipamentos podem ser locados ou obtidos na modalidade de comodato. Para mais informações e para saber quais são as máquinas para produção industrial em Goiás que estão nessas modalidades, entre em contato conosco.

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Depreciação de máquinas: manutenção preventiva ajuda a aumentar a vida útil

O que é depreciação de máquinas e o que isso tem a ver com manutenção? Um dos grandes desafios das empresas é evitar prejuízos causados por máquinas com falhas ou quebrados.  A depreciação de máquinas é algo do qual não se pode fugir, mas, as máquinas podem funcionar bem até o final de sua vida útil, desde que tenham a manutenção correta.  Sendo assim, entenda como a manutenção preventiva pode ajudar. Manutenção preventiva e depreciação de máquinas: qual a relação? A depreciação de máquinas e equipamentos é um conceito muito valioso e importante para a indústria, afinal, todo e qualquer bem tem um tempo útil. Portanto, como é inevitável que isso aconteça, é importante entender bem esse processo. Você sabe quais são os custos envolvidos na depreciação de máquinas e equipamentos? O que é a depreciação de máquinas e equipamentos? Em primeiro lugar, é importante entender o que significa a depreciação. De modo geral, a depreciação se define como o quanto um equipamento perde valor ao longo do tempo. Sendo assim, a depreciação de máquinas e equipamentos é justamente a desvalorização desses bens pelo seu tempo de uso.  Os desgastes costumam vir, sobretudo, do uso, mas também da obsolescência e do passar do tempo natural. Dentro de uma empresa, a depreciação de máquinas e equipamentos pode ser identificada como um custo ou uma despesa. Quando se trata de um custo, significa que é bem utilizado nas operações. Já em outras situações, é uma despesa. A diferença entre esses dois conceitos está mais associada à geração de receita.  Outra informação importante para quem trabalha com bens depreciáveis, é que se precisa estar atento à regulamentação do artigo 57 da lei 4.506/64. De acordo com ela, o acúmulo das cotas de depreciação não pode ultrapassar o custo de aquisição do bem.  Essas cotas, por sua vez, são dedutíveis desde o primeiro momento em que o bem é instalado pela empresa.  Qual o tempo de depreciação de máquinas e equipamentos? Em primeiro lugar, é importante entender como a vida útil de um bem é calculada. O cálculo é feito através da seguinte equação:  Vida útil (VU) = anos x horas de uso por ano. Já quanto ao tempo de depreciação de máquinas e equipamentos, ele deve seguir o que já foi determinado pela Receita Federal por meio do artigo 305 do Regulamento do Imposto de Renda (RIR/99). Esse documento, por sua vez, define um prazo de dez anos para depreciação de máquinas, equipamentos, móveis e utensílios, além de cinco anos para veículos e 25 anos para os imóveis. Importância da depreciação de máquinas e equipamentos O conhecimento da depreciação é essencial para usufruir de um bem de forma adequada e pelo máximo de tempo possível. É através dela que se sabe o momento certo de trocar o equipamento. Além disso, a depreciação de máquinas e equipamentos também serve para manter o capital total equivalente ao longo dos anos, de forma que o produtor não precisa injetar mais capital próprio no seu negócio. É  essencial, portanto, que a empresa adote uma política de gestão com foco na longevidade dos produtos, levando em conta as evoluções tecnológicas e demandas de mercado. Como calcular a depreciação de máquinas e equipamentos? O cálculo da taxa de depreciação de máquinas e equipamentos, de modo linear, é feito pela seguinte fórmula: Depreciação anual = (custo de aquisição – valor residual) / anos de vida útil.  O valor residual (Vr) e os anos de vida útil são pagos pela empresa, já  o valor da aquisição (Vo) é identificado pela nota de compra. A base de cálculo de depreciação é sempre 100% / vida útil. Além disso, o cálculo de depreciação de ativos mais usados por sua vez, também considera as características e o tipo de uso de cada ativo, como por exemplo: Métodos da soma dos dígitos das horas de trabalho;  Métodos da soma dos dígitos das unidades produzidas. Para exemplificar essa situação, iremos dar um exemplo desse cálculo para a depreciação linear.  Vamos considerar um determinado equipamento, como uma escavadeira, com vida útil de 5.000 horas,com valor de R $200.000, com 10% de valor residual. Sua depreciação será feita da seguinte forma: (R$ 200.000 – R$ 20.000) ÷ 5 anos. Como diminuir a depreciação de equipamentos? Quem da área industrial nunca fez esse questionamento? A busca constante por formas de ter um melhor aproveitamento de recursos financeiros e menos gastos é comum a quase todos os empresários ou gestores da indústria. E um gasto que está sempre presente é o da depreciação de equipamentos. Depreciação é simplesmente a perda de valor de um bem. Quando uma máquina opera o dia inteiro ela sofre um desgaste, que vai diminuindo seu valor e sua vida útil. E técnicas para diminuir essa depreciação são muito bem vindas, uma máquina que dura 10 anos tem um custo benefício muito melhor do que uma que dura 6. E claro, além de maquinas todos os equipamentos de uma indústria estão sujeitos a uma depreciação, portanto isso é uma atenção muito ampla e não apenas em maquinas, como o exemplo citado.   E como diminuir a sua depreciação? No geral a resposta dessa pergunta gira em torno de um conceito: manutenção preventiva. Manutenção preventiva em máquinas e equipamentos ajuda a melhorar sua vida útil e também a manter um bom desempenho. Agora uma dica que pode até parecer óbvia: Quando tiver um bem de uma certa marca, sempre procure as instruções oficiais de como conservar o produto. Muita informação informal ou achismos faz com que a manutenção às vezes seja feita de forma displicente ou equivocada. É também muito importante que a empresa desenvolva uma cultura organizacional em prol da manutenção preventiva e também de ações de conservação básica. E por conservação básica entenda-se atitudes simples, como guardar os equipamentos de forma correta, realizar a limpeza de forma adequada e em um prazo não muito espaçado… Esse tipo de ação pode parecer uma contribuição simples mas ajuda muito a evitar a depreciação a médio e longo prazo. Outra dica

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