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Codificação de produtos: benefícios e em quais equipamentos apostar

A codificação de produtos ajuda na gestão de estoques a fim de garantir uma maior eficiência operacional. De forma resumida, codificar é atribuir um código único para cada tipo de produto. A finalidade dessa operação é identificá-lo com maior facilidade. A codificação existe para facilitar, sobretudo, as rotinas de grandes negócios, já que normalmente empresas menores e em seu início optam pela criação de códigos manuais, controlados via planilhas. Isso até pode dar certo, no entanto, assim que negócio crescer, será preciso adotar a codificação automatizada. Aliás, mesmo em negócios pequenos, automatizar esse processo significa ganho em produtividade e vantagem competitiva, por isso se deve considerar a automação. Quais os benefícios da codificação de produtos? A codificação de produtos não é obrigatória para a comercialização de produtos em estabelecimentos menores, como feiras locais ou pequenas fruteiras. No entanto, não ter o código de barras é um fator limitante para as possibilidades de expansão das vendas para o mercado formal e online. Veja algumas vantagens: Cumprimento de exigências O código de barras é obrigatório para a maioria das transações comerciais. Apesar de não ser exigência legal, é exigido por empresas que compõem a cadeia de produção, uma vez que o item fornece facilidades como a rastreabilidade e segurança contra fraude. Dessa forma, a codificação aumenta o nível de confiança da empresa e abre as portas para novas parcerias e canais de distribuição. Controle da produção Ter produtos com código de barras ajuda a gerir melhor o processo de fabricação, considerando que o elemento carrega informações importantes sobre todo o processo de produção. Além disso, ele é de fácil leitura o que facilita a implementação de sistemas de automação. Dessa forma, a empresa é capaz de crescer sem perder o controle do processo. Melhor gestão de estoque A gestão de estoque é uma das partes mais importantes em negócio, pois impacta diretamente nos resultado da empresa. O uso de código de barras permite que os lotes sejam identificados e acompanhados desde a produção até a entrega ao consumidor final. Assim, evita-se o problema com a falta, excesso e até mesmo o vencimento dos produtos por falta de organização do estoque. Equipamentos usados para colocar código de barras em produtos A Pólitan Equipamentos Industriais conta com datadores e impressoras utilizadas para a impressão de códigos de barras, número de lotes, data de fabricação e validade, QR Code e outras informações em caixas de papelão, filmes flexíveis, frascos, bandejas display etc. Para saber qual o melhor equipamento para o seu negócio, basta entrar em contato conosco e falar com um de nossos especialistas. Vamos ajudá-lo a encontrar a melhor solução para o seu negócio!

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SUSTENTABILIDADE E A INDÚSTRIA DE PAPEL

Por definição, Indústria de papel se trata de uma instituição que trabalha com fabricação e manufatura de papéis, de vários tipos diferentes, partindo de sua matéria-prima, a celulose. A indústria do papel brasileira se encontra entre as maiores do mundo e, como a celulose parte de matéria obtida a partir das árvores, é responsável por grande parte das áreas florestais preservadas, para um meio ambiente mais sustentável também foram desenvolvidos papéis mais sustentáveis, essa indústria tem, portanto, grande impacto na questão da sustentabilidade.   Como é a fabricação do papel?  A fabricação do papel comum, que utiliza fibra virgem de celulose, baseia-se em etapas. Começa pela extração da matéria-prima por meio da madeira, que é lascada e transformada em pequenos pedaços de madeira chamados de cavacos.  Os cavacos passam por processos de polpação a fim de retirar a lignina presente na madeira, que é inutilizável para o papel – no entanto, útil para a fabricação de papelão quanto mais lignina mais resistente e amarelado se torna o produto, depois desses processos a polpa é formada apenas por celulose e passa por uma lavagem que serve para evitar a presença de impurezas no material.  O processo seguinte é o branqueamento, que consiste na utilização de compostos químicos – cloro, hipoclorito, peróxido de hidrogênio – para clarear a cor do material, é importante citar que o uso de compostos a base de cloro vem sendo evitado por conta da chance de contaminação. Esse processo é o que mais causa degradação da natureza, isso porque o descarte incorreto desses compostos pode contaminar ecossistemas aquáticos e mais. Chegando aos processos finais, a polpa transforma-se em uma pasta após algumas etapas envolvendo aditivos químicos e mudanças de temperatura, é nessa parte que se ajusta a “qualidade da folha no geral, resistência da folha, a espessura e etc.  Em sua última etapa, é retirada toda a água presente na pasta por meio da máquina de Fourdrinier, posteriormente, o papel é inserido em equipamentos como rebobinadeira e desenroladeira, para atender às necessidades especificadas pelo fabricante. O grande problema desse processo é o descarte ou vazamento de compostos utilizados nas diversas etapas que, além de tudo, podem contribuir para a poluição atmosférica também.   Impacto no meio ambiente De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Gráfica (ABiGraf), atualmente 100% do papel produzido no Brasil tem origem do reflorestamento, evitando assim o desmatamento e contribuindo para a redução do efeito estufa. As florestas preservadas por indústrias de papel reduzem de maneira significativa a quantidade de CO2 presente no meio ambiente. Um ponto negativo em relação à produção do papel é que, como dito anteriormente, no processo de branqueamento os compostos químicos utilizados causam um certo impacto ambiental se seus resíduos são descartados de forma incorreta. Além do impacto causado com o descarte de uma grande quantidade de papel usado. De maneira geral, é possível colocar que a fabricação do papel se origina de matéria orgânica e renovável, o que contribui para a indústria do papel e a sustentabilidade dessa produção e reduz o impacto ambiental.   Papel reciclado O papel reciclado é obtido a partir da reutilização de fibras de celulose existentes em produto já usado. É importante dizer que para ser considerado reciclado precisa ser composto de no mínimo 50% de fibra reciclada de celulose e 50% de fibra virgem, portanto esse tipo de material pode ser 100% reciclado. Por conta da degradação das fibras, um papel só pode ser reciclado de 4 a 10 vezes. Seu processo de fabricação envolve a produção e descarte do papel comum, depois de recolhido o papel passa por um controle de qualidade e é triturado e misturado com água para que suas fibras se separem, posteriormente passa por uma centrifugação para que quaisquer impurezas também sejam separadas. Essas etapas resultam na formação de uma massa, e após isso o restante do processo se assemelha bastante com o da folha de fibra virgem explicado anteriormente.   Papel ecológico e sustentabilidade Já o papel ecológico mais comum é feito a partir do bagaço de cana, em que a celulose é extraída do bagaço que seria descartado pela indústria açucareira e não necessita de processo de branqueamento, pois a matéria-prima já consegue atingir a cor branca da folha sulfite naturalmente.  Outro tipo que pode ser considerado ecológico é o papel Kraft, que é 100% reciclável e o único que se degrada em apenas 60 dias na natureza, pode servir também de adubo se misturado com compostos orgânicos. Esse tipo de papel também não passa por processos de branqueamento, o que contribui para o seu potencial sustentável, isso implica na cor que se assemelha a cor do papelão e na sua resistência superior, isso se dá pela presença da lignina e de fibras de celulose de tamanhos variados que influenciam na resistência e na cor do material.    Gostou do conteúdo?   Continue acompanhando nosso BLOG para não perder nada.

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Como funciona o comodato de equipamentos industriais
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 5 razões para alugar uma máquina industrial

O que fazer quando sua produção precisa de reforços e não é um momento adequado para investimento? A automação da produção industrial introduziu uma nova dinâmica: processos mais rápidos, menos mão de obra, redução de custos e outros benefícios. No entanto, ainda hoje muitas empresas não têm sua produção totalmente automatizada, principalmente por falta de capital para investir em maquinário. Para esses casos há uma solução: alugar equipamentos industriais.  A locação de máquinas para a indústria é uma solução para empresas que ainda não estão em uma situação favorável para comprometer seu crédito.  É, inclusive, uma ótima saída para quem quer melhorar seus processos produtivos, mas considera a incerteza sobre a economia neste período de pandemia, que impede de fazer investimentos.  Mas se ainda tem dúvidas e quer saber se vale a pena apostar no aluguel de equipamentos industriais, leia este artigo.  Vale a pena alugar equipamentos industriais? Para que se tenha a certeza de que a locação é um bom negócio, alguns pontos devem ser avaliados para que se consiga enxergar a possibilidade de ampliar a estrutura da produção e se o aluguel se ajusta à realidade do negócio. Veja: custo-benefício: para chegar a um resultado mais efetivo, é preciso colocar no papel todos os custos que a empresa teria com a compra e o que o aluguel vai custar. Se deve considerar, por exemplo, custos de manutenção — em caso de compra, haverá custos de manutenção, por exemplo. Já em caso de aluguel, o custo já está embutido na parcela; facilidades: as locações podem vir com uma boa parceria em outros aspectos, como descontos na aquisição de insumos, caso seja necessário, e outros tipos de garantias; não há perda do valor do bem: empresas cujas atividades oferecem alto risco de perda, estrago ou dano da máquina têm muito a ganhar com o aluguel, por causa de depreciação do equipamento; elimina gastos com manutenção: como o locatário é o responsável pela manutenção, elimina essa despesa, pois ela já está inclusa na locação; acompanhamento especializado e manutenção em dia: a montagem, manutenção e treinamento de equipes feita por especialistas, dando assim, mais segurança à contratação de utilização dos equipamentos. A locadora realiza manutenções periódicas, assim reduz problemas de máquinas parando a produção por causa de algum problema. Onde locar máquinas industriais em Goiânia Para tirar dúvidas, consultar sobre nossas propostas de aluguel de equipamentos ou outra solução que precise, entre em contato com nossos especialistas.  Ajudamos você a identificar qual a melhor solução para sua empresa, a concluir se vale a pena locar maquinário e a tomar uma decisão mais efetiva.  A equipe da Pólitan Equipamentos Industriais está à disposição para atendê-lo.  Nos vemos no próximo post!

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