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Gestão

Os 3 maiores desafios do gestor industrial

O cenário da indústria passa por mudanças, o que desencadeia vários desafios para o gestor industrial, o responsável por mapear e traçar estratégias para o negócio. Os gestores são essenciais para alcançar o sucesso organizacional. Dessa forma, cabe a eles encontrar meios, desenvolver projetos e gerir processos que visem alcançar a produtividade desejada para que a empresa se mantenha competitiva em um mercado de concorrência acirrada.  Os principais desafios do gestor industrial estão ligados ligados à automação industrial e à transformação digital, processo que vem ocorrendo com os avanços tecnológicos e que foi potencializado pelo início da Indústria 4.0. Além disso, o mundo está passando por uma fase de retração nos negócios e de muitas incertezas. Isso coloca gestores em xeque, pois os desafios se tornam ainda mais complexos em um cenário de crise.  Veja a seguir três dos principais desafios do gestor industrial.    3 maiores desafios do gestor industrial e como vencê-los A posição estratégica do gestor industrial o torna a peça-chave para as mudanças necessárias nas organizações: profissionalização, instrumentalização e modernização, por exemplo.    As relações de trabalho mudaram nas décadas passadas, sobretudo nas duas últimas. A geração Y, também conhecida como millennial, imprimiu um novo ritmo no fluxo de profissionais nas organizações.  Por outro lado, a geração Z, que começou recentemente entrar no mercado de trabalho, também parece ter uma característica semelhante aos millennials, de não se preocupar em se fixar em um lugar somente.  Estabilidade no trabalho não é algo que atraia essas novas gerações. Isso desafiou o setor de Recursos Humanos, que precisa encontrar formas de reter talentos e evitar a alta rotatividade de profissionais.  Além disso, há diversos setores produtivos com escassez de talentos, exatamente pela saída da geração baby boomer, que já estão na fase de aposentadoria. Somado a isso, há a falta de qualificação e preparo  adequados. Outro evento vai impactar nesse cenário: a situação atual no mundo todo, por causa do coronavírus. Só que ainda não sabemos exatamente quais os níveis de impacto real nas organizações. No entanto, certamente pedirá bastante atenção e uma visão fortemente estratégica dos gestores, incluindo o gestor industrial.  Para vencer esse desafio é preciso que a empresa seja atrativa para o colaborador, Isso pode acontecer pelo tratamento da imagem, o que é chamado de employer branding. É algo como “ser uma ótima empregadora”, por ter um bom clima organizacional e benefícios atrativos, por exemplo.  Inclusive, a empresa pode criar uma boa reputação por oferecer treinamentos e outras possibilidades de os colaboradores adquirirem conhecimento e novas habilidades e competências. Isso ajuda com a imagem da empresa e resolve os problemas de qualificação dos profissionais.    Aumentar a eficiência operacional e otimizar tempo reduzindo a inatividade é outro desafio do gestor industrial.  Lembrando que tempo inativo pode ser resultado de processos mal conduzidos ou de percalços, como máquinas paradas por falta de manutenção ou outro tipo de problema.  Programas de gerenciamento de manutenção preventiva, preditiva ou corretiva podem auxiliar nesse aspecto. Isso requer que o gestor conheça bastante sobre maquinários e equipamentos, assim como sobre recomendações do fabricante, garantias etc.  O que o gestor deve ter em mente é que a manutenção preventiva é o caminho para evitar que a produção pare por problemas de falta de manutenção. Produção parada é dinheiro perdido, pedidos atrasados e clientes insatisfeitos.    A automação industrial não é novidade, pois é algo que tem sido feito desde a terceira revolução industrial. No entanto, os avanços tecnológicos trouxeram a indústria 4.0, que, por meio da transformação digital, moderniza os processos fabris, tornando as organizações mais custo-eficientes e muito mais competitivas local e globalmente.  É claro que ainda engatinhamos nesse caminho. Máquinas inteligentes estão sendo incorporadas aos poucos nas linhas de produção, principalmente porque dependem de outros sistemas para extração e análise de dados, e nem todas as empresas estão preparadas nesse sentido.  Podemos dizer então que esse é um desafio a médio e longo prazo para o gestor industrial, de implementar soluções de IoT (internet das coisas) e Big Data (análise de dados em grandes volumes). Isso facilitará a tomada de decisão de forma mais rápida e em tempo real.     Se você tens dúvidas e precisa de orientações sobre aquisição e manutenção de máquinas e insumos industriais, entre em contato conosco, teremos o maior prazer em ajudar.    Deixe seu comentário sobre o tema de hoje e compartilhe nosso artigo!    

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O que manutenção corretiva e seus benefícios
Equipamentos

Manutenção corretiva, preventiva e preditiva: qual a diferença?

Já sabe o que precisa? Faça uma busca pelo insumo ou equipamento: Manutenção corretiva, preventiva e preditiva: qual a diferença? Um dos maiores problemas que as indústrias enfrentam é, sem dúvida, quando as máquinas param por falta de manutenção e a produção estaciona. A manutenção corretiva resolve, mas até que seja feita, são perdidas horas de trabalho. No post anterior, inclusive, citamos esse como um dos três maiores desafios de um gestor industrial. Ora, se a automação existe para otimizar processos, acelerar os ciclos de produção e aumentar a produtividade, por que perder tempo e dinheiro quando elas apresentam problemas se isso pode ser resolvido com manutenção? Você encontrará essa resposta no decorrer deste artigo. Aqui abordamos os tipos de manutenção e quais benefícios (ou a falta deles) cada uma proporciona. Acompanhe! Os tipos de manutenção: principais diferenças e benefícios Existem basicamente três tipos de manutenção de máquinas e equipamentos: a corretiva, preditiva e preventiva. Entenda suas principais diferenças. Manutenção corretiva Acredite, essa é a manutenção que você não quer em sua empresa. No entanto, é bastante comum.  É a manutenção reativa, ou seja, de reação. É feita quando as máquinas param de funcionar, por falhas ou desgaste. Também chamada de manutenção de quebra, e essa definição já diz tudo, não é mesmo? Para que volte a funcionar, o equipamento precisa de intervenção, ou seja, de um técnico que o conserte para que volte a funcionar e a produção seja retomada.  A manutenção corretiva é intencional. Escolhe-se esse tipo quando há se acredita que os cursos da manutenção preventiva serão mais altos que os de parada e reparo.  Apesar de não se tratar de falta de interesse ou competência do gestor em não programar manutenções, é arriscado apostar nesse tipo, pois a qualquer momento essa estratégia pode custar caro. Manutenção preventiva A manutenção preventiva, como o nome diz, previne. Trata-se de um conjunto de inspeções realizadas regularmente, cujo objetivo é prevenir falhas no funcionamento das máquinas.  Seu principal benefício é se antecipar a prejuízos, como custos com consertos e, principalmente, perda de dinheiro por causa da produção parada.  Entre as ações de manutenção preventiva estão a calibração, lubrificação e limpeza das máquinas. A regularidade pode ser indicado pelo fabricante ou pelo histórico de funcionamento de cada equipamento. Isso é feito pela elaboração e acompanhamento de um cronograma com todos os dados dos equipamentos, seus componentes e prazos para a manutenção. Manutenção preditiva A manutenção preditiva está sempre um passo à frente da preventiva. Ela é baseada na avaliação de parâmetros que podem indicar se será preciso fazer ajustes ou troca de peças. Caso identifique isso, a manutenção é programada (aqui entra a preventiva).  A manutenção preditiva é feita com a ajuda ferramentas que indicam pressão, temperatura, vibração, tensão e corrente elétrica, dentre outros. A verificação dessas variáveis permite que sejam analisadas tendências tendências no funcionamento das máquinas e que se possa prever o aparecimento de defeitos. Corretiva, preventiva ou preditiva: por qual optar? Não há como indicar um tipo como o mais adequado, pois há muitas variáveis que devem ser analisadas.  A manutenção corretiva, por exemplo, pode ser adotada por empresas que estão começando e que ainda estão recuperando o investimento inicial no negócio. A seu favor elas têm o fato de as máquinas serem novas e, em um primeiro momento, não passíveis de apresentarem falhas ou problemas mais graves. Mesmo assim, é preciso analisar, pois a manutenção preventiva pode compensar, por que o cuidado com as máquinas lhes garante mais tempo de vida útil. A preventiva é, certamente, a indicação para empresas que terão prejuízo se a produção parar. Tenha em mente que basta um atraso para causar efeito dominó no restante da cadeia de suprimentos.  Já a preditiva é excelente, mas talvez não acessível por precisar de instrumentos mais sofisticados e técnicos exatamente para essa função.  Se sua empresa precisar de ajuda com manutenção de máquinas, a Pólitan tem o programa de manutenção que cabe certinho em seu orçamento. Consulte-nos! Receber contato de um especialista! Você consegue mensurar quanto dinheiro já desperdiçou com um processo de fechamento de embalagens ineficiente? Receber contato de um especialista! Produtos Relacionados: CDAIR COMPACT A CDAIR COMPACT é um equipamento econômico e compacto, foi desenvolvido para atender lojista à um grande centro de distribuição,… Envolvedora de Stretch PHOENIX 300 PLUS Envolvedora semi automática de paletes com melhor custo benefício do mercado. 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Produção

Indústria 4.0 – Revolução industrial: a contribuição de cada uma para a economia

Você conhece o papel de cada revolução industrial? Sabe qual foi sua contribuição? As revoluções industriais impactaram – e impactam – diretamente nos modos de produção. Têm essa denominação pois representam importantes (e históricos) momentos de transição nos processos fabris. Para entender o que as revoluções industriais significam, basta lembrar do que os homens produziam nos primórdios. As modificações eram mínimas, até que aconteceu o desenvolvimento agrícola. A manufatura, por exemplo, mudou completamente quando as primeiras máquinas surgiram. Hoje tem até robôs montando produtos. Pois é, a cada vez que se estabelece uma nova relação entre homem-natureza-sociedade-ciência, uma nova revolução acontece. Já estamos na quarta! Mas você sabe exatamente o que cada uma delas representa? Vamos ver! A Primeira Revolução Industrial – Inicia-se em 1760 A principal característica da Primeira Revolução Industrial é a transição do modo de produção artesanal para o uso de máquinas. Na época, até final do século 18, a produção era predominantemente artesanal e o trabalho era feito em oficinas. A partir da adoção de máquinas, parte dos trabalhadores passou a trabalhar em indústrias e se tornou assalariada. A 1ª Revolução Industrial aconteceu entre 1760 e 1860 e se concentrou na Inglaterra, depois se espalhou pelo mundo. É o marco do início do sistema capitalista. Foi nesse período que surgiram a primeira máquina a vapor e o primeiro tear mecânico. A Segunda Revolução Industrial inicia-se na segunda metade do século XIX Com novos processos de produção, a indústria cresceu de forma acelerada, sobretudo por causa da produção em série e, é claro, muitas outras mudanças aconteceram. Alguns dos principais acontecimentos desse período foram a surgimento de novos setores da indústria, assim como sua expansão, o uso de novas fontes de energia, o desenvolvimento tecnológico (telégrafo, telefone, lâmpada elétrica e outros) e a revolução dos transportes (invenção do automóvel e avião, por exemplo). Esse período também foi marcado por mudanças no capitalismo. Com novas atividades econômicas e grandes empreendimentos industriais, investimentos precisaram ser cada vez mais altos, tornando mais difícil que fossem realizados por acionistas individuais. Foi também na Segunda Revolução Industrial que teve início o movimento operário, em que trabalhadores começaram se organizar para exigir melhores condições de trabalho. A Terceira Revolução Industrial – Inicia-se nos anos de 1970 A terceira Revolução Industrial é a que vivemos atualmente (em transição para a quarta, como veremos a seguir). Começou nos anos 70, com a força de trabalho humano sendo substituída por máquinas. Iniciou-se então o ciclo da automação industrial. As funções humanas substituídas nas linhas de produção foram, principalmente, as de esforço repetitivo. Além de retirar trabalhadores de funções que podiam causar problemas como LER e DORT, as empresas ganharam em produtividade, pois os robôs são bem amis precisos que humanos. Depois veio a internet, que promoveu uma nova forma de organização industrial, novas formas de comércio e também um novo comportamento de compra do consumidor. Concomitantemente, a telefonia digital avançou e aumento ainda mais as relações de negócios online. A automação, por sua vez, ganhou máquinas cada vez mais sofisticadas e eficientes. Indústrias de qualquer tipo e porte hoje contam com empacotadoras, seladoras de caixas, aplicadoras de filme stretch, selecionadora de grãos, datadores e muitos outros tipos de equipamentos. Nossa empresa está inserida nesse cenário. Oferecemos diversos tipos de equipamentos para a indústria,  junto a uma das melhores assistências técnicas que você encontrará em Goiânia e região. A Quarta Revolução Industrial – A Evolução da Automação Industrial Conforme já comentamos, a tecnologia avança rapidamente. Tanto que já entramos na Quarta Revolução Industrial. No entanto, a transição total deve demorar muito tempo a acontecer. Trata-se da evolução da automação industrial, mas com um grande salto tecnológico. Um dos alicerces da Quarta Revolução Industrial, também conhecida por Indústria 4.0 é a Internet das Coisas – ou IoT, do inglês Internet of Things. Sua premissa é de sistemas interligados e que podem ser gerenciados remotamente. no entanto a IoT não está sozinha. Na verdade a indústria 4.0 é a utilização do que há de mais avançado em tecnologia: inteligência artificial, data science, big data, IoT, manufatura avançada, biologia sintética e machine learning, dentre outros. Na indústria, promove o surgimento de fábricas inteligentes, com computadores que se comunicam entre si para tomar decisões sem envolvimento humano. É uma combinação de Cyber Physical Systems – CPS (sistemas ciber físicos), Internet das Coisas (IoT) e Internet dos Serviços. Nessas fábricas inteligentes, os processos de produção se tornam mais eficientes, autônomos e customizáveis. E não se engane com a definição “Indústria 4.0”, pois o modelo não se aplica somente à indústria, mas também à saúde, educação e diversos outros setores. Esperamos que tenha gostado de nosso artigo de hoje. Deixe seu comentário e compartilhe em suas redes sociais. E lembre-se: precisando de máquinas e insumos para a indústria, fale conosco!

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