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Os 10 motivos para automatizar os processos de sua Indústria ainda em 2023

Você precisa automatizar os processos de sua empresa? Então este artigo é para você! Depois de um anos turbulentos por causa da pandemia e que causaram fortes impactos negativos na maioria dos negócios, é hora de reagir. 2023, novas oportunidades de alcançar as metas. O simbolismo de um novo ano sempre ajuda a fortalecer o comprometimento e vontade de melhorar processos, estudar possibilidades, identificar pontos fracos e trabalhá-los, reconhecer os pontos fortes e utilizá-los para alcançar objetivos. Portanto, se é seu propósito dar uma guinada nos negócios em 2021, e automatizar seus processos de produção faz parte disso, conheça alguns motivos que podem impulsionar e embasar sua tomada de decisão. Por que automatizar os processos de sua empresa? Podemos dar a você inúmeros motivos que mostram as vantagens da automação industrial. Automatizar os processos produtivos pode, em um primeiro momento, parecer inalcançável. No entanto, você deve ter em mente que esse é um tipo de investimento que tem retorno. Veja a seguir algumas razões que podem ajudar nessa decisão. 10 motivos para optar pela automação industrial 1. Otimização de tempo Diminuir o tempo gasto com atividades ainda manuais é uma das principais vantagens da automação. Otimizar esse tempo gera vário outros benefícios, conforme veremos a seguir. Além disso, diminui consideravelmente os períodos extras de trabalho, quando são necessários, a fim de dar conta da produção. 2. Redução de mão de obra Com a automação de processos, será possível também otimizar a mão de obra e alocar recursos humanos em setores com mas precisão. Quem automatiza o fechamento de embalagens, por exemplo, pode direcionar a mão de obra para outros setores, como o de logística, conferência de estoques etc. 3. Redução de custos A redução de custos com insumos, mão de obra, dentre outros, é visível quando ocorre a automação. Além disso, é bastante significativa. Há, inclusive, casos quem nem se percebe o quanto se pode economizar ou dimonuir custos até que se adote a prática automática. 4. Maior produtividade Processos de agrupamento, empacotamento, fechamento de embalagens e paletização, por exemplo, se tornam muito mais produtivos quando automatizados do que quando feitos pela mão humana. 5. Processos mais efetivos Melhor resultados é o que se pode esperar quando o ciclo de produção — ou parte dele — é automatizado. Um trabalho mais apurado e um resultado mais em conformidade e com qualidade faz toda a diferença para uma empresa. 6. Evita o retrabalho Outra das principais vantagens da automação é que ela diminui drasticamente as chances de ter que refazer o trabalho por causa de uma falha humana. Isso reflete diretamente nos resultados de tempo, custo e produtividade. 7. Padronização de processos Ter ações padronizadas garante, além da qualidade do trabalho, mais produtividade, uma vez que não há o retrabalho e que as ações seguem orientações predefinidas e de acordo com o que a empresa necessita. 8. Redução no uso de insumos O seu funcionário sabe quanto de fita adesiva deve ser utilizada no fechamento de caixas? Se sim, se existe um documento que padronize essa ação, ele segue isso à risca? Tenha em mente que o trabalho manual está à margem de orientações e diretrizes. Um funcionário pode achar que a embalagem não ficou bem fechada e usar sempre mais fita adesiva. Enquanto isso, tendo esse processo automatizado, você sabe exatamente o que vai gastar desse material. 9. Controle no desperdício de insumos Aqui cabem exemplos bem simples: você sabe quanto a automação consegue evitar de desperdício de fita adesiva e filme stretch? Muito! Ter esses processos manuais não garante que os insumos sejam usados na quantidade certa, afinal, se colocar a fita torta é só retirar e fazer de novo, não é? Isso gera retrabalho, menor produtividade e desperdício de insumo. 10. Aumento na lucratividade Tudo que foi citado acima traz resultados em lucratividade, o grande objetivo de um negócio. Sendo assim, provamos que você tem motivos de sobra para apostar e investir na automação de sua empresa. Para automatizar os processos do seu negócio, pode contar com a Pólitan Equipamentos Industriais. Nossa empresa trabalhar com diversas opções em equipamentos e insumos. Além disso, você pode consultar nossas opções de aluguel ou comodato de máquinas. Ou seja, caso este não seja o momento certo para investir, você tem outras opções. Fale com um de nossos especialistas e saiba mais!

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Depreciação de máquinas: manutenção preventiva ajuda a aumentar a vida útil

O que é depreciação de máquinas e o que isso tem a ver com manutenção? Um dos grandes desafios das empresas é evitar prejuízos causados por máquinas com falhas ou quebrados.  A depreciação de máquinas é algo do qual não se pode fugir, mas, as máquinas podem funcionar bem até o final de sua vida útil, desde que tenham a manutenção correta.  Sendo assim, entenda como a manutenção preventiva pode ajudar. Manutenção preventiva e depreciação de máquinas: qual a relação? A depreciação de máquinas e equipamentos é um conceito muito valioso e importante para a indústria, afinal, todo e qualquer bem tem um tempo útil. Portanto, como é inevitável que isso aconteça, é importante entender bem esse processo. Você sabe quais são os custos envolvidos na depreciação de máquinas e equipamentos? O que é a depreciação de máquinas e equipamentos? Em primeiro lugar, é importante entender o que significa a depreciação. De modo geral, a depreciação se define como o quanto um equipamento perde valor ao longo do tempo. Sendo assim, a depreciação de máquinas e equipamentos é justamente a desvalorização desses bens pelo seu tempo de uso.  Os desgastes costumam vir, sobretudo, do uso, mas também da obsolescência e do passar do tempo natural. Dentro de uma empresa, a depreciação de máquinas e equipamentos pode ser identificada como um custo ou uma despesa. Quando se trata de um custo, significa que é bem utilizado nas operações. Já em outras situações, é uma despesa. A diferença entre esses dois conceitos está mais associada à geração de receita.  Outra informação importante para quem trabalha com bens depreciáveis, é que se precisa estar atento à regulamentação do artigo 57 da lei 4.506/64. De acordo com ela, o acúmulo das cotas de depreciação não pode ultrapassar o custo de aquisição do bem.  Essas cotas, por sua vez, são dedutíveis desde o primeiro momento em que o bem é instalado pela empresa.  Qual o tempo de depreciação de máquinas e equipamentos? Em primeiro lugar, é importante entender como a vida útil de um bem é calculada. O cálculo é feito através da seguinte equação:  Vida útil (VU) = anos x horas de uso por ano. Já quanto ao tempo de depreciação de máquinas e equipamentos, ele deve seguir o que já foi determinado pela Receita Federal por meio do artigo 305 do Regulamento do Imposto de Renda (RIR/99). Esse documento, por sua vez, define um prazo de dez anos para depreciação de máquinas, equipamentos, móveis e utensílios, além de cinco anos para veículos e 25 anos para os imóveis. Importância da depreciação de máquinas e equipamentos O conhecimento da depreciação é essencial para usufruir de um bem de forma adequada e pelo máximo de tempo possível. É através dela que se sabe o momento certo de trocar o equipamento. Além disso, a depreciação de máquinas e equipamentos também serve para manter o capital total equivalente ao longo dos anos, de forma que o produtor não precisa injetar mais capital próprio no seu negócio. É  essencial, portanto, que a empresa adote uma política de gestão com foco na longevidade dos produtos, levando em conta as evoluções tecnológicas e demandas de mercado. Como calcular a depreciação de máquinas e equipamentos? O cálculo da taxa de depreciação de máquinas e equipamentos, de modo linear, é feito pela seguinte fórmula: Depreciação anual = (custo de aquisição – valor residual) / anos de vida útil.  O valor residual (Vr) e os anos de vida útil são pagos pela empresa, já  o valor da aquisição (Vo) é identificado pela nota de compra. A base de cálculo de depreciação é sempre 100% / vida útil. Além disso, o cálculo de depreciação de ativos mais usados por sua vez, também considera as características e o tipo de uso de cada ativo, como por exemplo: Métodos da soma dos dígitos das horas de trabalho;  Métodos da soma dos dígitos das unidades produzidas. Para exemplificar essa situação, iremos dar um exemplo desse cálculo para a depreciação linear.  Vamos considerar um determinado equipamento, como uma escavadeira, com vida útil de 5.000 horas,com valor de R $200.000, com 10% de valor residual. Sua depreciação será feita da seguinte forma: (R$ 200.000 – R$ 20.000) ÷ 5 anos. Como diminuir a depreciação de equipamentos? Quem da área industrial nunca fez esse questionamento? A busca constante por formas de ter um melhor aproveitamento de recursos financeiros e menos gastos é comum a quase todos os empresários ou gestores da indústria. E um gasto que está sempre presente é o da depreciação de equipamentos. Depreciação é simplesmente a perda de valor de um bem. Quando uma máquina opera o dia inteiro ela sofre um desgaste, que vai diminuindo seu valor e sua vida útil. E técnicas para diminuir essa depreciação são muito bem vindas, uma máquina que dura 10 anos tem um custo benefício muito melhor do que uma que dura 6. E claro, além de maquinas todos os equipamentos de uma indústria estão sujeitos a uma depreciação, portanto isso é uma atenção muito ampla e não apenas em maquinas, como o exemplo citado.   E como diminuir a sua depreciação? No geral a resposta dessa pergunta gira em torno de um conceito: manutenção preventiva. Manutenção preventiva em máquinas e equipamentos ajuda a melhorar sua vida útil e também a manter um bom desempenho. Agora uma dica que pode até parecer óbvia: Quando tiver um bem de uma certa marca, sempre procure as instruções oficiais de como conservar o produto. Muita informação informal ou achismos faz com que a manutenção às vezes seja feita de forma displicente ou equivocada. É também muito importante que a empresa desenvolva uma cultura organizacional em prol da manutenção preventiva e também de ações de conservação básica. E por conservação básica entenda-se atitudes simples, como guardar os equipamentos de forma correta, realizar a limpeza de forma adequada e em um prazo não muito espaçado… Esse tipo de ação pode parecer uma contribuição simples mas ajuda muito a evitar a depreciação a médio e longo prazo. Outra dica

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A importância do código de barras em produtos

O código de barras é a representação gráfica da numeração que identifica produtos. É formado por barras originadas de um código binário, seguindo uma lógica de computação que determina barras pretas para números 1 e barras brancas para números 0. Qualquer embalagem de produtos contém um código de barras. Por meio desse recurso, utilizando um leitor, é possível acessar todas informações do produto, que estão vinculadas ao código.   Dessa forma,  é possível automatizar diversas operações de forma prática e ágil. O código é padronizado, portanto, um mesmo código pode ser utilizado por várias empresas em uma cadeia de produção.  Quer saber mais? Continue a leitura! A importância do código de barras O código de barras é importante para a identificação de produtos nas operações diárias do comércio atacadista e varejista. Seu objetivo é garantir segurança às informações coletadas. Dessa forma, se consegue ter um bom funcionamento nas vendas, controle de estoque e gestão em geral.  Suas principais vantagens: 1. Proporciona praticidade e agilidade ao operador do ponto de venda Ao automatizar os sistemas de operação diária do negócio, se obteve mais agilidade e otimização de tempo.  A frente do caixa se tornou mais rápida e a produtividade do operador de caixa aumentou. Para os clientes, isso significa esperar menos tempo para efetuar o pagamento de suas compras.  Sem filas, clientes satisfeitos e aumento na lucratividade: esses são alguns resultados obtidos.  2. Não há erros de digitação Com códigos de barras e leitor tudo fica bem mais simples. Não é preciso digitar aquela longa série de números para, chegar no final e acusar algum tipo de erro.  Como já falamos, agilidade nos processos com margem zero de erros, é isso que essa tecnologia proporciona.  Assim, a segurança na operação do processo de venda é uma das principais vantagens em usar o código de barras. 3. Certeza de identificação certa do produto e melhor controle de estoque Um benefício muito importante do código de barras é que ele unifica a identificação de produtos. Para varejistas é ótimo porque ele compra mais seguro, certo de que a mercadoria que negociou é a que receber – sem confusões ou pedidos trocados.  Para a gestão da empresa e a de estoque, principalmente, é um benefício sem igual. Isso porque o controle de estoque acontece de forma automatizada e não mais manual, com chances de erros de contagem, de digitação etc.  4.  O código de barras permite muitas informações Pelo código de barras é possível obter diversas informações a respeito do produto, como nome do fabricante, número de fabricação, lote e demais informações sobre o produto. Agora que você já sabe o que é e quais os benefícios do código de barras, saiba que para automatizar dessa forma a sua produção, pode contar com impressoras e datadores.  Caso queira mais informações, pode entrar em contato com um de nossos especialistas, que ajudará a encontrar as melhores soluções para o seu negócio.  Dúvidas ou sugestões? Use o espaço dos comentários! Até nosso próximo post!

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