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Eficiência Energética com Envolvedoras de Stretch: Otimizando o Processo de Embalagem

A busca por eficiência energética é uma preocupação cada vez mais premente em todos os setores da indústria. No segmento de embalagens, as envolvedoras de stretch desempenham um papel crucial não apenas na proteção e preservação de produtos, mas também na otimização do uso de materiais e na redução do consumo de energia. Neste artigo, exploraremos em profundidade como as envolvedoras de stretch podem contribuir para a eficiência energética, além de otimizar e reduzir a mão-de-obra no processo de embalagem.   1. Tecnologia Avançada em Envolvedoras de Stretch As envolvedoras de stretch são máquinas projetadas para envolver produtos paletizados com filme stretch, proporcionando estabilidade e segurança durante o transporte e armazenamento. Nos últimos anos, avanços significativos foram feitos na tecnologia dessas máquinas, visando não apenas melhorar a qualidade da embalagem, mas também reduzir o consumo de materiais e energia.   2. Redução do Consumo de Materiais Uma das principais maneiras pelas quais as envolvedoras de stretch contribuem para a eficiência energética é através da redução do consumo de materiais de embalagem. O filme stretch é altamente eficaz na minimização de danos e proteção contra poeira e umidade, permitindo que as empresas usem menos material de embalagem em comparação com métodos tradicionais, como o uso de fita adesiva ou filme termoencolhível. Além disso, as envolvedoras de stretch modernas são equipadas com sistemas de pré-estiramento, que esticam o filme antes de aplicá-lo ao produto. Isso não apenas reduz a quantidade de filme necessária para envolver cada palete, mas também melhora a adesão e a estabilidade da embalagem.   3. Otimização do Consumo de Energia Outro aspecto importante da eficiência energética em envolvedoras de stretch é a otimização do consumo de energia durante o processo de embalagem. Muitas máquinas modernas são projetadas com recursos que reduzem o consumo de energia, como motores de acionamento eficientes, sistemas de controle de velocidade variável e sensores de detecção de carga. Além disso, algumas envolvedoras de stretch são equipadas com tecnologias de recuperação de energia, que capturam e reaproveitam a energia gerada durante certas fases do processo de embalagem, como a frenagem do rolo de aplicação de filme. Isso ajuda a reduzir os custos operacionais e o impacto ambiental associado ao uso de energia.   4. Redução da Mão-de-Obra e Otimização do Processo Além de contribuir para a eficiência energética, as envolvedoras de stretch também ajudam a otimizar e reduzir a mão-de-obra no processo de embalagem. Ao automatizar a aplicação de filme stretch, essas máquinas eliminam a necessidade de trabalho manual intensivo, permitindo que os funcionários se concentrem em outras tarefas mais estratégicas e de maior valor agregado. Além disso, as envolvedoras de stretch podem aumentar a produtividade e a velocidade de embalagem, garantindo uma linha de produção mais eficiente e ágil. Isso é especialmente importante em ambientes de alta demanda, onde a capacidade de embalar rapidamente produtos pode fazer a diferença na competitividade do negócio.   Conclusão As envolvedoras de stretch desempenham um papel fundamental na promoção da eficiência energética e otimização do processo de embalagem na indústria. Ao reduzir o consumo de materiais, otimizar o uso de energia e minimizar a mão-de-obra necessária, essas máquinas ajudam as empresas a reduzir custos, melhorar a produtividade e atender as crescentes demandas por sustentabilidade ambiental. Investir em envolvedoras de stretch modernas e eficientes não é apenas uma decisão inteligente do ponto de vista operacional, mas também uma contribuição significativa para um futuro mais sustentável e eficiente. E nesse momento tenha a certeza de contar com a PÓLITAN EQUIPAMENTOS.     Ficou curioso(a)? Quer saber mais? CLIQUE AQUI e fale com a gente.

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os maiores desafios do gestor industrial
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Máquinas paradas : como a manutenção preventiva pode priorizar a produção?

Máquinas paradas não se encaixam em um um cenário em que a máxima “tempo é dinheiro” é muito real. Nesse contexto, o período de inatividade das máquinas representa prejuízo financeiro direto, além de um impacto negativo na produção e em toda cadeia produtiva da empresa. É por isso que adotar a manutenção preventiva é uma forma de evitar o prejuízo das paradas e reduzir custos. De forma organizada, é possível esquematizar uma rotina de monitoramento e manutenção contínua, o que contribui com o aumento de produtividade, ajuda a prolongar a vida útil das máquinas e conservar o bom funcionamento. Por isso, tenha sempre uma boa equipe de assistência técnica, como a da Pólitan Equipamentos Industriais. Leia mais isso no artigo, e aproveite as dicas de o que fazer enquanto as máquinas estão em manutenção. Sem máquinas paradas: a manutenção preventiva é a prevenção de problemas A manutenção antecipada de máquinas é a prevenção dos problemas. Encarar as rotinas de manutenção preditiva ou preventiva como um investimento e não um gasto é uma das principais premissas para os gestores. Ao defender uma manutenção planejada e bem organizada, as rotinas de manutenção focam em prolongar a vida útil das máquinas, privilegiando a produção e reduzindo, de forma definitiva, o tempo de parada da produção, gerando aumento de produtividade. No entanto, antes de agir, é preciso criar um plano de ação. E por isso o planejamento antecipado é tão importante! Isso porque além de planejar a rotina de manutenção preventiva, existem outras maneiras de acabar com a inatividade do setor produtivo entre uma manutenção e outra. Conheça algumas delas. Por que não otimizar o estoque? Para reduzir o tempo de parada das máquinas é preciso poupar tempo com outras questões. A gestão do estoque, por exemplo, é um fator que demanda bastante atenção por parte das empresas. Além de ajudar a reduzir o tempo de parada – por manter uma organização de todos os itens, uma gestão de estoque eficaz também contribui para o controle de gastos com novos materiais e o bom aproveitamento do espaço físico. Utilize planilhas para organizar as peças de reposição. Mas não hesite em pôr a mão na massa na hora de avaliar o estoque. Aqui um controle presencial se faz essencial. Prefira fazer um planejamento antecipado Fazer um planejamento de manutenção tem impacto direto no aumento de produtividade da empresa. Entenda o porquê! Ele é um elemento chave para acompanhar as principais ordens de serviço, projetar um plano de ação e monitorar as urgências e correções necessárias. O planejamento foca em analisar, detidamente, cada máquina do quadro produtivo e, a partir daí, estipular uma rotina de manutenção que não prejudique o andamento da produção. Saiba manejar as equipes Uma vez que um plano de manutenção deva entrar em vigor, é fundamental manter toda a equipe alinhada com relação ao período e objetivo da manutenção. Com todos cientes dos acontecimentos, é possível programar mudanças no quadro produtivo e até realocar a produção para outro setor – questão que, além de combater a inatividade, também dá vazão às demandas da produção. Conte com profissionais especializados para a manutenção de suas máquinas Para alcançar os resultados esperados com as rotinas de manutenção preditiva e preventiva, contar com profissionais especializados. Eles sabem qual melhor caminho trilhar na hora de iniciar um planejamento de manutenção. A Pólitan Equipamentos Industriais tem uma equipe de profissionais altamente qualificados para prestar assistência e ajudar as empresas com seus planejamentos de manutenção. Entre em contato conosco e converse com um de nossos especialistas. 

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Brasil na rota da economia verde atrai fortes investimentos industriais ao país

Lucas Ramalho, diretor do Departamento de Novas Economias do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, enfatiza que, se o Brasil seguir na trilha da chamada “economia verde”, isso resultará, previsivelmente, em um impulso significativo para a indústria nacional. Ele ressalta que a falta de políticas públicas direcionadas ao setor tem sido uma das razões por trás da desindustrialização no Brasil. Agora, o país tem a oportunidade de redirecionar sua política industrial para a bioeconomia, que, sem dúvida, também contribuirá para a recuperação da indústria. Ramalho fez essas observações durante a abertura do painel “Missões para uma nova indústria” no 8º Congresso da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), realizado na sede da entidade em São Paulo, em 16 de janeiro. Ele acredita que investimentos, particularmente os internacionais, fluirão para o que já está sendo chamado de “processo de neoindustrialização” no Brasil, impulsionados pela notável capacidade do país em reduzir suas emissões de carbono, um requisito global incontestável nos dias de hoje. Nos últimos sete anos, o Brasil emergiu como líder em investimentos internacionais no setor de energias renováveis, superando outras economias em desenvolvimento. De acordo com um relatório de investimentos da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), o Brasil atraiu US$ 114,8 bilhões em investimentos entre 2015 e 2022, representando 11% do total investido em energia renovável em economias emergentes. No cenário global, o Brasil ocupa a segunda posição, com 89,2% de sua matriz energética proveniente de fontes renováveis, ultrapassando a Nova Zelândia (86,6%) e ficando atrás apenas da Noruega (98,5%). O Brasil recebeu investimentos significativos em diversas áreas da economia verde, como pesquisa e desenvolvimento, baterias para veículos elétricos, agricultura sustentável, projetos de energia solar e o mercado de carbono. Uallace Moreira, secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento da Indústria, Comércio e Serviços, também participou do painel. Ele destaca que, assim como na primeira fase de industrialização no Brasil, o setor de bens de capital desempenhará um papel estratégico na atual etapa de neoindustrialização. Esse setor é naturalmente capacitado para disseminar tecnologia, mas é crucial que avance rapidamente em direção à Indústria 4.0 para cumprir esse papel de forma sólida. Moreira acredita que esse avanço tecnológico não será alcançado sem o apoio de uma política industrial que inclua financiamento público, da mesma forma que aconteceu no agronegócio, que hoje é responsável por 47% das exportações brasileiras. Ele lista várias formas de financiamento público, como empréstimos subsidiados, medidas tributárias, como a depreciação acelerada de equipamentos, taxas de juros especiais para estimular investimentos e medidas de proteção do mercado interno para ajudar o setor de bens de capital a competir em igualdade de condições com concorrentes estrangeiros. Portanto, o Brasil está diante de uma oportunidade única de revitalizar sua indústria, impulsionada pela transição para uma economia mais sustentável, investimentos em tecnologia e a implementação de políticas industriais eficazes.

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