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Manutenção de equipamentos não é custo: entenda por quê

Há duas razões diretas para se entender a importância da manutenção de equipamentos: o controle de gastos e o estímulo à produção. É sabido que que orçamento e produtividade são preocupações que estão sempre na pauta de gestores. Por isso, manutenções geralmente não entram como prioridade — aqui falamos de manutenção preditiva ou preventiva. No entanto, deixar para fazer somente a manutenção corretiva pode ser um grande erro, sobretudo quando se quer controlar gastos e estimular a produção. Para entender melhor sobre o assunto, continue sua leitura. Manutenção de equipamentos: economia e mais produtividade Quando se trata de planejar estrategicamente as ações da empresa, uma das direções é a economia — de recursos, insumos etc. No entanto, a economia também está refletida no desempenho dos equipamentos. Se melhores conservados, podem ser explorados ao máximo. Dessa forma, se consegue estabelecer metas para escalar a produção e aumentar os lucros. As empresas têm descoberto e considerado isso, e começado a investir em manutenções prévias (preditiva ou preventiva). Assim, têm apostado em ter um programa mais efetivo de manutenção, com a preditiva ou preventiva. Com esse programa e antecipando a correção de possíveis problemas, as empresas ganham vantagens como: Aumento da vida útil dos equipamentos Ao inspecionar e monitorar de forma constante o funcionamento das máquinas, é possível agir de forma a aplicar a manutenção do equipamento evitando a quebra. Além de representar grande economia, a manutenção preditiva ou a preventiva conservam o bom funcionamento das máquinas, elevando seu potencial produtivo ao máximo e ampliando seu prazo de vida útil. Estímulo à produtividade Uma vez que as máquinas trabalham no seu auge a maior parte do tempo, é possível estabelecer rotinas de trabalho que privilegiem mais a produção sem se preocupar com eventuais quebras. Efetuar consertos de ocasião também faz parte do processo, mas se prevenir quanto a quebras a partir de uma rotina de inspeção, manutenção e cuidados é o melhor investimento! Mais segurança no dia a dia do trabalho Além do fato de que manutenção gera lucro, no aspecto financeiro que tange tanto o maior volume de produção quanto à troca ou reposição de peças, a manutenção preditiva gera também maior segurança no trabalho. A lida diária no ambiente industrial envolve uma série de riscos ligados à manipulação das máquinas. E eventualmente quebras ou falhas em engrenagens podem custar o bem-estar e a saúde de funcionários e colaboradores. Mais um motivo para investir em uma rotina de manutenção preditiva, já que além de atentar contra a saúde do trabalhador, qualquer acidente no ambiente de trabalho pode resultar em perdas graves em termos humanos, financeiros e de reputação. Mais segurança, de equipamentos e de pessoas é mais uma prova de que manutenção gera lucro.

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Indústria

Brasil na rota da economia verde atrai fortes investimentos industriais ao país

Lucas Ramalho, diretor do Departamento de Novas Economias do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, enfatiza que, se o Brasil seguir na trilha da chamada “economia verde”, isso resultará, previsivelmente, em um impulso significativo para a indústria nacional. Ele ressalta que a falta de políticas públicas direcionadas ao setor tem sido uma das razões por trás da desindustrialização no Brasil. Agora, o país tem a oportunidade de redirecionar sua política industrial para a bioeconomia, que, sem dúvida, também contribuirá para a recuperação da indústria. Ramalho fez essas observações durante a abertura do painel “Missões para uma nova indústria” no 8º Congresso da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), realizado na sede da entidade em São Paulo, em 16 de janeiro. Ele acredita que investimentos, particularmente os internacionais, fluirão para o que já está sendo chamado de “processo de neoindustrialização” no Brasil, impulsionados pela notável capacidade do país em reduzir suas emissões de carbono, um requisito global incontestável nos dias de hoje. Nos últimos sete anos, o Brasil emergiu como líder em investimentos internacionais no setor de energias renováveis, superando outras economias em desenvolvimento. De acordo com um relatório de investimentos da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), o Brasil atraiu US$ 114,8 bilhões em investimentos entre 2015 e 2022, representando 11% do total investido em energia renovável em economias emergentes. No cenário global, o Brasil ocupa a segunda posição, com 89,2% de sua matriz energética proveniente de fontes renováveis, ultrapassando a Nova Zelândia (86,6%) e ficando atrás apenas da Noruega (98,5%). O Brasil recebeu investimentos significativos em diversas áreas da economia verde, como pesquisa e desenvolvimento, baterias para veículos elétricos, agricultura sustentável, projetos de energia solar e o mercado de carbono. Uallace Moreira, secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento da Indústria, Comércio e Serviços, também participou do painel. Ele destaca que, assim como na primeira fase de industrialização no Brasil, o setor de bens de capital desempenhará um papel estratégico na atual etapa de neoindustrialização. Esse setor é naturalmente capacitado para disseminar tecnologia, mas é crucial que avance rapidamente em direção à Indústria 4.0 para cumprir esse papel de forma sólida. Moreira acredita que esse avanço tecnológico não será alcançado sem o apoio de uma política industrial que inclua financiamento público, da mesma forma que aconteceu no agronegócio, que hoje é responsável por 47% das exportações brasileiras. Ele lista várias formas de financiamento público, como empréstimos subsidiados, medidas tributárias, como a depreciação acelerada de equipamentos, taxas de juros especiais para estimular investimentos e medidas de proteção do mercado interno para ajudar o setor de bens de capital a competir em igualdade de condições com concorrentes estrangeiros. Portanto, o Brasil está diante de uma oportunidade única de revitalizar sua indústria, impulsionada pela transição para uma economia mais sustentável, investimentos em tecnologia e a implementação de políticas industriais eficazes.

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Equipamentos

Envolvedora de Stretch PLT300 FULL AT: O Futuro da Automação Industrial na Embalagem de Paletes

Em um cenário industrial cada vez mais orientado para a automação, a Envolvedora de Stretch PLT300 FULL AT surge como um equipamento revolucionário, projetado para elevar a eficiência das linhas de produção automatizadas. Com uma série de diferenciais que visam a otimização do processo de embalagem de paletes, esta máquina totalmente automática está se destacando como a escolha ideal para empresas que buscam produtividade e automação de ponta. Automatização de Ponta a Ponta A Envolvedora de Stretch PLT300 FULL AT é mais do que uma simples envolvedora de paletes. É uma máquina de embalagem totalmente automática, projetada para trabalhar em sintonia com linhas de produção automatizadas. Com ela, a embalagem de paletes se torna um processo eficiente e contínuo, sem a necessidade de intervenção humana constante. Operação por Sensores Um dos grandes diferenciais dessa envolvedora é a sua operação por sensores. Isso significa que ela é capaz de detectar automaticamente a altura e o tamanho da carga, ajustando-se para envolver o palete de forma precisa e econômica. Esse nível de automação garante uma embalagem uniforme e evita desperdícios de filme stretch. Aumento Significativo de Produtividade A automação industrial tem como um de seus principais objetivos aumentar a produtividade. A Envolvedora de Stretch PLT300 FULL AT não decepciona nesse aspecto. Ao eliminar a necessidade de operadores para envolver paletes manualmente, ela proporciona um aumento significativo na produtividade da linha de produção. Isso significa que mais cargas podem ser embaladas em menos tempo, impulsionando a eficiência e reduzindo custos operacionais. Total Interface com Transportadores Existentes A integração é fundamental em um ambiente de produção automatizada. A Envolvedora de Stretch PLT300 FULL AT oferece total interface com os transportadores existentes na linha de produção. Isso simplifica a implementação e garante que a máquina funcione em perfeita harmonia com os demais equipamentos, evitando interrupções desnecessárias no processo. Em resumo, a Envolvedora de Stretch PLT300 FULL AT representa o futuro da automação industrial na embalagem de paletes. Sua capacidade de operação totalmente automática, operação por sensores, aumento de produtividade e integração perfeita a tornam uma escolha inigualável para empresas que buscam aprimorar suas linhas de produção. Se você deseja elevar a eficiência e reduzir custos em sua indústria automatizada, essa envolvedora é a resposta que você estava esperando. Não perca a oportunidade de impulsionar sua produtividade com essa tecnologia de ponta.

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