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Indústria

Nanotecnologia e a Indústria 4.0

O que é nanotecnologia? A nanotecnologia é o termo utilizado para se referir ao estudo que compreende e controla a matéria em uma escala molecular e atômica, trabalhando com objetos entre 1 e 100 nanômetros. Tal unidade de medida equivale a um bilionésimo de metro, ou seja, 1 nanômetro é igual a 10-9 metros, correspondendo a uma escala minúscula quando comparada às unidades de medida a olho nu. Para se ter uma ideia, uma fileira com dez átomos de hidrogênio tem um comprimento equivalente a um nanômetro e, um único fio de cabelo tem 50 mil nanômetros de diâmetro.   A nanociência e tecnologia atua no desenvolvimento de novos materiais, produtos e processos, incluindo materiais e equipamentos para a Industria 4.0, a partir da capacidade de ver e manipular átomos e moléculas, com o objetivo de  criar estruturas que sejam estáveis e melhores, alterando suas propriedades intrínsecas e  obtendo então aplicações avançadas.  Aplicações: A mesma já se encontra presente em vários produtos  do nosso cotidiano, como em protetores solares, calçados esportivos, celulares, tecidos,  cosméticos, automóveis e medicamentos, e também, sendo utilizada para modernizar as esferas tecnológicas e industriais, como o setor energético, informacional, ambiental, de segurança, de alimentos, transporte, médico, naval, automotivo, siderúrgico, têxtil,  entre outros.  Principais representantes da nanotecnologia: Calcula-se que, atualmente, mais de 12 mil empresas de 53 países, empreguem nanotecnologia em seus produtos e que o faturamento dessas empresas em 2020 chegou a aproximadamente 3 trilhões de dólares.  No contexto mundial, os Estados Unidos—sem nenhuma dúvida—é o líder em pesquisas para a aplicação da nanotecnologia em diversas áreas. No Brasil, há a existência de investimentos públicos e privados que ajudam as universidades, os institutos de pesquisas e as empresas privadas e públicas, a desenvolverem pesquisas sobre o assunto. Nos últimos 15 anos,  cerca de 600 milhões de reais foram investidos em nanotecnologia no país, representando um grande  avanço, ainda que tal investimento seja muito inferior quando comparado às quantias investidas em pesquisas desse tipo ao redor do mundo. O desenvolvimento da nanotecnologia defronta questões sociais e ambientais, que alarmam vários debates e questionamentos. Dentre as discussões temos as questões em relação à toxicidade, o seu efeito na economia global e os possíveis impactos ambientais que essa tecnologia pode causar, levando a necessidade de uma regulamentação ética para tal ciência. Por conta desses e de inúmeros outros fatores, essa área científica pode sofrer grande atraso em seu desenvolvimento, mesmo que a cada dia surjam novas pesquisas em torno do assunto. Fonte: Iberdrola Engenharia de Materiais e a nanotecnologia: A nanotecnologia não é uma ciência específica, mas sim um conjunto de técnicas baseadas na Física, Química, Biologia, na Ciência e Engenharia de Materiais e Computação.  Sendo assim, tal tecnologia pode se tornar uma ciência base para a Engenharia de Materiais contemporânea, já que a mesma desenvolve novos materiais através das mais diversas técnicas, rearranjando os átomos e moléculas da matéria para obter determinada propriedade, para desejada aplicação.   O Engenheiro de Materiais, em sua formação, tem a capacidade de desenvolver e caracterizar nanomateriais e matérias-primas de ponta, processada pela disposição dos átomos  ou moléculas na nanoescala. Os materiais, quando observados em uma escala nanométrica,  podem apresentar características diferentes das substâncias em escala micro ou macro, podendo ter novas propriedades mecânicas, óticas e magnéticas, que possibilitam que os materiais sejam  mais leves, resistentes, que controlem a cor da luz pela escolha seletiva do tamanho do nano  produto e entre outras inúmeras propriedades que possam apresentar nessa escala. Essas mudanças nas propriedades são conhecidas como confinamento quântico (efeitos quânticos de tamanho), e tem como origem o tipo de ligação química do cristal.  Os materiais nanoestruturados apresentam muitas promessas e oportunidades para uma nova geração de materiais e equipamentos industriais com propriedades ponderadas e otimizadas, para diferentes aplicações. Temos como exemplo os nanotubos de carbono, que são nanomateriais estudados para que no futuro, substituam o silício como material para a fabricação de microchips e dispositivos menores, tornando os mesmos mais rápidos e eficientes. Temos também estudos de nanobiossensores que detectam a presença de patógenos nos alimentos e de nanocompostos, que podem melhorar a produção de alimentos, aumentando sua resistência mecânica e térmica.  Para finalizar, a nanotecnologia possibilita também o desenvolvimento de tecidos tecnológicos que não amarrotam e nem mancham, sendo leves e duradouros para fabricar, por exemplo, vestuários e/ ou equipamentos de segurança, ou mesmo equipamentos industriais. Sendo assim, podemos dizer que a nanotecnologia e suas aplicações tem o poder de  resolver muitos dos problemas que a humanidade relata atualmente, aumentando a eficiência em diversas esferas da sociedade, como na produção e distribuição de energia, na conservação de alimentos, na saúde e qualidade de vida do ser humano, ou seja, o futuro é inteiramente  nanotecnológico. Agora que você sabe o que é a nanotecnologia, que tal ler um texto sobre os automação industrial para a Indústria 4.0? Fale conosco e tire todas as suas dúvidas.   Até o próximo conteúdo!

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Produção

Sustentabilidade: O QUE É UMA INDÚSTRIA SUSTENTÁVEL?

Para manter o negócio competitivo diante da transformação digital, existem alguns aspectos a serem compreendidos no cenário da produção, e um deles certamente é o termo indústria sustentável. Isso porque a competitividade e sustentabilidade são fatores que andam lado a lado. Afinal, a falta de recursos naturais disponíveis pode gerar aumento nos gastos e afetar diretamente as empresas. Além disso, não é só o comportamento das empresas que têm mudado em relação ao meio ambiente, mas também o dos consumidores, que atualmente se encontram mais preocupados com os impactos ambientais e sociais causados pelas organizações. Por isso, a indústria sustentável tem sido uma questão importante para os negócios, fazendo com que sejam adotados princípios que aliam a eficiência produtiva e a responsabilidade social. Quer saber mais sobre o que é uma indústria sustentável e como está o cenário no Brasil e no mundo? Continue a leitura deste artigo. O que é indústria sustentável? A indústria sustentável é aquela que considera em seus processos a preservação do meio ambiente, buscando continuamente adequar a sua produção em vista da proteção da natureza. Porém ela não deve ser vista como um simples conceito teórico, mas sim como uma estratégia de produção eficiente, focada tanto na qualidade quanto na sustentabilidade. No ramo empresarial, ser sustentável é uma necessidade urgente, seja para que as expectativas dos consumidores sejam atendidas ou para que a imagem da empresa diante do mercado seja de confiança e crescimento. Nesse cenário, é possível alinhar práticas que melhoram as estratégias ao mesmo tempo que não causam impactos negativos no meio ambiente, como o uso dos chamados “produtos verdes”, da reciclagem do lixo industrial, dos meios de transporte menos poluentes e na contratação de parceiros e fornecedores sustentáveis. Indústria sustentável no Brasil e no Mundo O primeiro ponto a ser considerado quando o assunto é indústria sustentável é que a emissão de gases e resíduos devem ser mantidos dentro de um limite estabelecido pelo governo federal. A empresa que consegue atender essa demanda recebe o certificado de gestão ambiental regulamentado pela ISO 14001. Um case de sucesso em território nacional, em 2018, a fabricante de cosméticos foi considerada a 14ª empresa mais sustentável do mundo, de acordo com o ranking Global 100, elaborado pela companhia canadense de mídia e pesquisa Corporate Knights. O estudo levou em consideração as declarações e relatórios financeiros a respeito do consumo de energia, emissão de carbono, produção de lixo, investimentos em inovação e parcerias com fornecedores. A Biomimética Nesse mesmo contexto, alguns exemplos de iniciativas da indústria sustentável são a criação do Instituto de Biomimética, que reúne áreas como o design, arquitetura, engenharia e ciência com o objetivo de criar processos industriais baseados nas funções e formas da natureza. A iniciativa fundada por Janine Benyus já tem um histórico. O velcro, material criado em 1941 pelo engenheiro George Mestral, se baseou na forma espinhosa das sementes de carrapicho.  Após examinar o material através de um microscópio, o pesquisador notou que a forte aderência dos carrapichos nos tecidos vinha de diversos filamentos entrelaçados que terminavam em pequenos ganchos.  Há alguns anos o Instituto de Biomimética tem fomentado uma comunidade online e colaborativa de troca de informações entre pesquisadores da área, com o objetivo de criar soluções como as turbinas eólicas, baseadas no funcionamento das barbatanas das baleias. Campos de atuação da indústria sustentável A indústria sustentável consegue abranger diversos campos de atuação para garantir a eficiência dos seus resultados. Alguns exemplos, descritos pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) envolvem: Como se tornar uma indústria sustentável Para se tornar uma indústria sustentável diante de todo esse cenário, é necessário englobar conceitos como inovação, tecnologia, análises estratégicas e planejamento que integrem a sustentabilidade às funções básicas do negócio, além de pensar no longo prazo. Um exemplo bastante prático para alcançar esse objetivo é repensar o consumo de energia, reduzindo o desperdício com máquinas ineficientes, modernizando os equipamentos e adotando fontes de energia limpa e renovável. Além disso, a política dos 5 R’s é um ótimo começo para melhorar as práticas ambientais, tendo em vista ações como: repensar, recusar, reduzir, reutilizar e reciclar. Que podem ser aplicados das seguintes formas: Gostou do conteúdo? Continue acompanhando o nosso blog e receba mais conteúdos interessantes sobre a indústria! Até a próxima.

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Equipamentos

A vantagem competitiva da aquisição de equipamentos industriais para sua empresa

Quem é empreendedor e empresário certamente sabe sobre a importância de investimento na aquisição de equipamentos industriais modernos e seu impacto na vantagem competitiva no mercado. E não estamos falando apenas sobre a compra de novas máquinas, mas também sobre a manutenção e a utilização adequada, que prolonga sua vida útil. É claro que investir na automação industrial representa um desafio, sobretudo em épocas não tão propícias, como tivemos recentemente com a pandemia — e que ainda aguardamos a reação do mercado, uma vez que a pandemia ainda não acabou. Falamos especificamente nesse desafio porque afetou economicamente milhares de empresas. No entanto, o empresário brasileiro enfrenta outros tipos de desafios, como alta tributação, forte concorrência dependendo de seu segmento, dentre outros. Apesar disso, é crucial que ele mantenha a vantagem competitiva e que esteja sempre preparado para enfrentar a concorrência. Para isso, há soluções, conforme veremos a seguir. Aquisição de equipamentos industriais: soluções O que fazer quando a aquisição de equipamentos industriais esbarra na falta de capital para investimento? Bem, sabemos que nem sempre o empreendedor tem determinada quantia para investir na automação de seus processos ou na melhoria de maquinário. No entanto, existem soluções que ajudam quando a aquisição de equipamentos industriais for necessária. Abaixo citamos as principais soluções. Financiamento Existem linhas de crédito especialmente para que seja possível promover melhorias em maquinários. O financiamento é viável principalmente quando se tem uma parte do investimento e é preciso financiar outra parte do valor da máquina. Algumas linhas de crédito preveem o financiamento integral do bem. Uma das vantagens é o período de carência, em que se pode utilizar o bem, melhorar a produção e só depois de determinado número de meses, começar a pagar pelo empréstimo. A desvantagem é que às vezes o juro é alto e, quando chegar a hora de começar a pagar, se tornará oneroso à empresa. Aluguel Outra forma de aquisição de equipamentos industriais é alugando. No aluguel é pago um valor fixo mensal, com direito a visitas técnicas mensais ou trimestrais. A vantagem é que o valor do investimento mensal na locação é acessível, além de não haver para a empresa desvalorização e depreciação de um bem. Comodato O compromisso no comodato é um consumo mínimo mensal de insumos. É como se fosse um empréstimo do equipamento com o acordo de que X valor deve ser adquirido em consumo de embalagem ou consumíveis do equipamento. Também neste caso a manutenção do/s equipamento/s é por conta da empresa cedente. Tanto no aluguel quanto no comodato, as vantagens principais são: Como você pode ver, sempre há uma solução. Para ajudar um pouco mais, selecionamos um trilha de conteúdos sobre esses assuntos: Esperamos que goste e que nossas dicas sobre aquisição de equipamentos industriais sejam úteis para você! Sugestão ou comentários? Estamos abertos a uma troca de ideias! Quer falar com um de nossos especialistas? Podemos ajudá-lo a encontrar a melhor solução para o seu negócio. Até o próximo post!

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ORÇAMENTO RÁPIDO